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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Dilúvio

Quando o noite chega
os sinais aumentam nos rádios
todas as coisas estranhas
vão e vêm como avisos prévios
a estrela-do-mar não têm lugar onde se esconder
fica à espera da maré alta da Páscoa
não existe um ponto em direcção

não podemos sequer escolher um lado.

 

Tomei o velho caminho
o ombro vazio, pelas águas
sobre os altos penhascos

eles estavam a envelhecer, filhos e filhas
o submundo exausto cavalgava alto
ondas de aço lançavam metal no céu
e à medida que as unhas afundavam na nuvem,

a chuva estava morna e encharcou a multidão.

 

Senhor, aqui vem a dilúvio

diremos adeus à carne e ao sangue

se de novo os mares ficarem em silêncio
e ninguém sobreviver
terei sido daqueles que deram a sua ilha para sobreviver
Bebam, sonhadores, estamos a correr secos.

 

Quando o dilúvio chama
não tens casa, não tens nenhumas paredes
ao cair do trovão
és um milhar de mentes, dentro de um clarão
não tenhas medo de chorar pelo que vês
os actores partiram, só existes tu e eu
e se nós partirmos antes de amanhecer,

eles se apoderarão daquilo que nós éramos.

 

Senhor, aqui vem a dilúvio

diremos adeus à carne e ao sangue

se de novo os mares ficarem em silêncio
e ninguém sobreviver
terei sido daqueles que deram a sua ilha para sobreviver
Bebam, sonhadores, estamos a correr secos.

Senhor, aqui vem a dilúvio

diremos adeus à carne e ao sangue
se de novo os mares ficarem em silêncio
e ninguém sobreviver
terei sido daqueles que deram a sua ilha para sobreviver


Bebam, sonhadores, estamos a correr secos
Bebam, sonhadores, estamos a correr secos

 

 

(tradução possível)

 

Sinto-me: água...
Música: Peter Gabriel - Here Comes The Flood
Por Pulse às 22:15
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