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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Corajosa



Tendo por base um facto verídico, em 1994 os Marillion lançam o álbum “Brave” (Corajosa), conta-nos uma história de uma rapariga que é encontrada, em estado de amnésia, vagueando pela ponte Severn Bridge (no oeste de Inglaterra) numa tentativa de suicídio, entrevistada por um psicólogo conta-nos o percurso da sua vida, vivendo sem memória, vivendo grandes mentiras e tentando encontrar uma identidade, vítima de abusos, de drogas e alguns outros eventos que conduzem ao ser dela na ponte, contemplando suicídio. Sem dúvida um disco excepcional, actual como sempre, quando se trata de retratar os vazios que os nossos tempos criam, é mágico sem dúvida, tem alma, talvez um dos melhores discos dos Marillion, digno de constar em qualquer discoteca e acima de tudo ser ouvido. Com esta introdução pretendo em três post’s colocar uma pequena parte do álbum, três musicas em vídeo apenas que nos mostram a grandeza desta obra de arte, mas como é de tal forma grandiosa vale a pena qualquer um de nós procurar ouvir, poderei afirmar que não se irão arrepender.

 

O disco começa com uma introdução “Bridge” (Ponte), onde fica perceptível toda a melancolia que nos aguarda no decorrer do album. A seguir temos “Living With The Big Lie”(Vivendo com uma grande mentira), com sua pegada poderosa e a voz de Hogarh fluindo com um poder incrível, além da guitarra maravilhosa de Steve Rothery, que nos faz viajar por um mundo triste, cinzento, nublado. Ou seria ver o nosso próprio mundo com esse olhar céptico? Bom, ouça e tire suas conclusões.

“Runaway” (Fugitiva) é uma canção mais calma, mas não menos angustiante, levada principalmente pelo teclado mágico de Mark Kelly. Hogarth parece suplicar a cada letra, a cada frase, a cada estrofe, onde a emoção fica evidente durante seus quase cinco minutos. É uma canção que começa minimalista e vai crescendo, crescendo, até tornar-se quase épica, com um lindo solo de guitarra de Rothery, daqueles que deixa qualquer amante de bons solos arrepiado.

A seguir temos “Goodbye To All That” (Adeus a todos), essa sim uma obra-prima de 12 minutos e talvez uma das melhores canções não só dos Marillion como do rock progressivo em geral. Densa, nervosa, carregada de angústia, cheia de sentimentos, com Hogarth tendo uma interpretação impecável e a banda ultra afinada.

“Hard As Love” (Forte como o Amor), uma canção mais agitada, mais roqueira, mas nem por isso menos emotiva. É uma música que começa roqueira, cai por alguns segundos para um tom mais introspectivo e depois volta com carga total, sendo um contraponto interessante para a metade do disco.

 

No próximo post o primeiro vídeo…


Sinto-me: Corajoso
Música: Marillion (Brave)
Por Pulse às 23:16
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