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Domingo, 7 de Outubro de 2007

Era uma vês...



Era uma vês, muito, muito longe e distante, para lá das estrelas onde a vista não alcança e os telescópios só vem um ponto de luz. Existia um planeta, onde todos os seus habitantes viviam bem, não havia tristeza, dor, ou qualquer tipo de ganância ou egoísmo, todos os bens eram distribuídos equitativamente, embora houvesse uns habitantes que tivesses mais que outros os que tinham menos viviam com tanta abundância que nós terrestres não imaginamos o quanto. Quando viam algum habitante a ficar, seja com que dor fosse, todos os restantes habitantes rodeavam essa pessoa começavam de imediato um acto contrário, quando alguém adoecia logo havia alguém para tratar, logo que alguém terminasse o seu ciclo de vida, era com um sorriso que abandonava a vida e todas as restantes se sentiam agradecidas e alegres por saberem que todos aqueles que deixavam aquele estado de vida partiam felizes. Na verdade eles sabiam que existiam todas as formas de sofrimento, só que logo desde criança eram lhes dado conhecimento deles assim como suas consequências, antes mesmo de aprenderem a ler e a escrever as crianças eram ensinadas a partilhar a amarem-se umas às outras, era-lhes mostrado a dor e o sofrimento e forma de as evitar, eram ensinadas a viver e amar a proteger a natureza e o bem mais precioso o seu corpo, eram extremamente asseadas, eram ensinadas, e por isso doenças haviam poucas, seus habitantes evitavam ao máximo qualquer acumulação de lixos e poluição, e a reciclagem era obrigatória por lei, as energias obtidas eram limpas, esse planeta cresceu e se desenvolveu espiritualmente e materialmente de uma forma que nem hoje aqui no planeta Terra podemos imaginar. Viajam hoje pelo universo em naves muito rápidas, dominam a luz, o átomo, a antimatéria, qualquer tipo de energia, conseguem comunicar telepaticamente a milhares de anos de luz, uns dos outros. Mas um dia ouve uma catástrofe natural que eles já previam, o fim do sistema planetário em que viviam, sabiam que tudo tinha um começo e um fim, antes disso eles se espalharam pelo universo em vários mundos inóspitos e sem vida, mas encarregaram-se graças à sua tecnologia de lhes dar vida, passaram pelo nosso, mas não quiseram cá habitar, analisaram-nos bem e concluíram que eram muito incompatíveis com o Homem acharam-no um planeta muito cruel, por isso decidiram simplesmente abandonar a Terra. Mas antes disso acontecer, e ao longo de séculos deixaram-nos muita coisa boa, mas o Homem não aprendeu e por isso abandonaram-nos e deixaram-nos ao sabor do nosso destino, afinal eles não nos poderiam dizimar apesar de sermos muito cruéis, em vês disso deram-nos ferramentas e ensinamentos, assim como homens que de vez enquanto aparecem com uma mensagem de esperança mas antes disso eles tentaram, não pensem que não tentaram, bem pelo contrário, não foram egoístas não, durante esse tempo tentaram de uma forma pacifica ensinarem-nos, mas o Homem simplesmente não quis, talvez devida à sua natureza primitiva, o nosso planeta Terra era muito mais novo que o deles e éramos mais primitivos, hoje mesmo ainda nos visitam e deixam mensagens com muito menos frequência é obvio, mas está a ser difícil por mais boa vontade que eles tenham. Hoje no lugar do planeta deles existe um Pulsar, que emite frequências para todo o universo, uma luz que cintila tão intensamente que só algumas pessoas na terra a conseguem ver, esse Pulsar não sou eu, não o quero reivindicar só para mim, ele é de todos nós e quando o souberem decifrar as suas frequências talvez possam ter uma nova esperança neste mundo onde já não existe espaço para pessoas com coração de criança…
Sinto-me: Muito, muito distante...
Música: Pink Floyd - Echoe
Por Pulse às 20:24
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