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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

Gostava que estivesses aqui…


Pisei a areia, como se não a pisasse à séculos, mergulhei meus pés na água salgada do mar, toquei-a ao de leve, como se não o tivesse feito à séculos. Areia era macia, húmida de água e sal, corria entre meus dedos como se tenta-se em cada grão de areia dizer que o lugar dela é ali mesmo, beijei o mar ao de leve, mas a água secava nos meus dedos deixando para trás aquele cheiro maravilhoso que trás com ele uma brisa refrescante, e olhei para a sua vastidão. Como era lindo aquele cenário, não tinha palavras, seus olhos eram enormes, seus lábios eram ondas que se enrolavam, grandes ou pequenas como se me tentassem beijar, e eu toquei-a com os meus dedos e a levei aos meus lábios sabendo que de seguida só irias deixar teu sabor. Apetecia-me ali dançar, sobre a areia, sobre o mar, ao ritmo do vento das ondas da vastidão, apetecia-me agarra-la e eleva-la no ar, sorrir, penetrar em seus olhos, dançar e sentir seu corpo cheio de frequências de alegria, cor e vida, e apetecia-me ver dançar sozinha, contempla-la como um anjo, e correr para ela, cair na areia e enrolar-me, seduzi-la com um raio de sol, como se eu fosse a areia e tu o mar, mas apenas, apenas se trata de uma crónica de um homem só e tudo era mar, e um piano tocava como se a nota viesse de bem longe e me disse-se: o quanto eu poderia amar… o quando eu desejava que aqui estivesses…
Sinto-me: Perto do Mar...
Por Pulse às 14:29
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