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Segunda-feira, 2 de Julho de 2007

Disfunções...


Disfunções da história que o tempo não apagou, criámos costumes, tradições, religiões, traçados e tratados, conquistámos e destruímos, partimos em descobertas e em epopeias, criámos mitos, crenças e maldições, invadimos territórios inóspitos e desconhecidos, aniquilámos civilizações, criámos fronteiras, domesticámos os pobres e fizemos escravos que ainda perduram sobre as mais sofisticações e coberturas de escravidão absoluta. Criámos escolas, ensino e criámos regras, leis e normas. Impusemos nossas crenças em África na Ásia e para lá dos oceanos, criámos durante séculos diferenças entre homens e mulheres, pusemo-los a conviver separados como se fosse um grande mal se tocarem, criámos monstros, que ainda perduram, pedófilos, psicopatas e violadores e outros que tais, criámos carências e espaços vazios e hoje assistimos às grandes disfunções da história e chegámos ao grande momento, o momento de assistirmos ao grande espectáculo, um grande banquete da história que tenta restabelecer o equilíbrio a todo o custo, a um ranger de dentes, a grande orgia da solidão e vazios num espectáculo camuflado de morte que não queremos aceitar, e da dor que rejeitamos a qualquer custo e nos desviamos dela, ignoramos meio mundo e desesperamos em desesperos e angustias e medos, construímos papões como o terrorismo a grande chaminé que nos levará à extinção, criámos novas doenças e vacinas e destruímos 90 para construir 10, fazemos novos exércitos de destruição maciça e pela televisão assistimos a matanças que fingimos e os consumimos como se de bons filmes se tratassem e esperamos apaticamente e passivamente que nos batam à porta e os corruptos os poderosos os que tudo querem e nunca estão satisfeitos nos levem tudo, mas só nos lembramos quando a nossa campainha toca. Disfunções que o tempo procura corrigir, e ignoramos que são apenas disfunções e não aberrações e preferimos ir pela descriminação, pela censura, pela alienação, pela prisão, pela atribuição da culpa aos outros, e nos fazemos juízes e proclamamos sentenças, e declaramos a moral e fazemos dela verdade absoluta. Disfunções da grandiosa história da humanidade que em cantos de compaixão procuro vasculhar lindas histórias e encontro poucas e algumas lembradas mas não continuadas, vi e vejo feitos grandiosos mas de nenhuma importância para os hipócritas para os incoerentes para os mentirosos para os governantes e líderes, e a grande arrogância a luxúria dos nossos tempo e retiramos a sensatez a compaixão das nossas vidas, ou da vida deles, porque de tudo temos um pouco, civilização sinónimo de domesticação é este o baú em que nos colocaram e surgiram e surgem as grandes disfunções que os excluídos não tem culpa, os pobres não tem culpa os diferentes não tem culpa os doentes não tem culpa, África não tem culpa, América não tem culpa, Ásia não tem culpa, os povos famintos, os povos em dor, os povos escravizados, os povos oprimidos os que no nosso mundo vivem e deles desviamos o olhar mas para corrigir tudo isso a história está corrigindo essa grande disfunção e até lá iremos esperar neste grande banquete de Disfunções da história…
Sinto-me: Com Disfunções
Por Pulse às 21:39
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