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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Muralhas


Quantas muralhas encontramos, quantos caminhos, quantas oportunidades, quantas vezes decidimos, quantos actos de contrição, quantas vezes cegos, quantas vezes magoados, quantas vezes desistimos, quantas vezes dissemos não, quantas vezes dissemos sim, quanta fragilidade existe em nós, quanta. Sem muralhas, frágeis, à mercê, sabe-se lá de quem. Quantos sonhos deixámos por sonhar, quantas vezes repetimos o mesmo erro, e repetimos e repetimos, vezes sem conta. Quanta carência sentimos, às escondidas nos sentimos, com quem não sabemos, numa espécie de jogo do rato e do gato. Quantas vezes olha-mos ao espelho, quantas vezes caminhos sem ajuda por caminhos desconhecidos, quantas vezes nos abandonámos e deixámo-nos ficar para trás, quantas vezes, quantas vezes deixámos de ouvir a voz da razão, a voz do silêncio, a voz de um amigo a balançar entre a razão e o coração, quantas vezes o deixámos a falar sozinho só porque estávamos a ouvir não o que queríamos mas antes a imparcialidade de um sentimento de um amigo. Quantas muralhas, quantas lágrimas, quantas frustrações, quantos ressentimentos, quantas vezes perdoámos sem nos terem pedido perdão, quanta sensibilidade arrefecida, tornada gelo, quantos de nós deixámos de ser aquela pessoa linda, sensível, generosa, frágil de alma e coração, quantas vezes nos deixámos pelo imediato, pelo fácil, pela fraqueza, quantas vezes, quantas muralhas construímos e derrubámos nas piores das angústias que nenhum dinheiro constrói e nenhum tempo recupera, quantos, quantos, quantos…Quando te sentires na incerteza dos caminhos, coloca-te acima de tudo e quando tiveres a certeza dessa incerteza ela que fique ao teu lado nunca à tua frente, e quando tiveres a certeza que ela é a razão do teu coração, deixa-la ir à frente para ela ser livre, ela deverá fazer o mesmo contigo, ninguém se entrega, se dá, ama e vai para além do eu simples, humano e espiritual sem liberdade. Não construas muralhas e quando caíres de uma, levanta-te e espera mas não tornes a espera longa, segue em frente porque alguém não mereceu a tua liberdade…

Sinto-me: Sem muralhas
Por Pulse às 18:20
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