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Lindo é o conto,
verde e azul sua cor,
mas só vos conto,
por ser essa a cor.
Bela a terra e o ar,
fantasia num quadro,
o mestre perfeito a pintar,
em sua volta um adro.
Nasce nos inóspitos,
floresce nos desertos,
equilibra seus espíritos,
conquista caminhos encobertos.
De ti tudo tiram,
mas não partilham,
ignorantes esperam,
que retribuas o que te tiraram.
Quando por fim,
derrubarem teu jardim,
a tua força destrutiva,
se virará contra quem te cativa.
Lindo o teu leito,
águas, terras e estrelas,
em ti hoje me deito,
em esperanças que revelas.
De um conto de cinzas um jardim,
bela fantasia da tua existência sem fim,
estrelas se enfeitam belas de cetim,
Vós, senhores da guerra
Que construis canhões
Que construis aviões de morte
Que construis grandes bombas
Que vos escondeis atrás de muros
Que vos escondeis atrás de secretárias
Quero que saibam
Que vejo através das vossas máscaras
Vós, que jamais fizestes outra coisa
Para além de construir e destruir
Brincais com o meu mundo
Como se fosse um brinquedo
Dais-me uma arma para a mão
E escondei-vos do meu olhar
E virais e fugis bem depressa
Quando as rápidas balas cruzam o ar
Como o velho judas
Mentis e enganais
Quereis que acredite
Que uma guerra mundial pode ter vencedor
Mas vejo para além dos vossos olhos
E vejo para além da vossa mente
Como vejo através da água
Que escorre pelo meu cano de esgoto
Preparais os gatilhos
Para que outros os puxem
Depois recostais-vos e apreciais
Quando o número de mortos aumenta
Escondeis-vos nas vossas mansões
Enquanto o sangue escorre
Dos corpos dos jovens
E se mistura com a lama
Causastes o pior medo
Alguma vez provocado
Medo de dar filhos
Ao mundo
Por ameaçardes o meu filho
Ainda sem corpo e ainda sem nome
Não mereceis o sangue
Que vos corre nas veias
Tantas coisas que sei
Falando sem licença
Podeis dizer que sou novo
Podeis dizer que sou ignorante
Mas duma coisa estou certo
Embora mais novo que vós
Nem Jesus perdoaria
Aquilo que fazeis
Deixai que vos pergunte
O vosso dinheiro é assim tão bom
Comprar-vos-á o perdão
Pensais que será possível
Creio que descobrireis
No momento da morte
Que nem todo o dinheiro
Vos restituirá a alma
Espero que morrais
E que chegue depressa a vossa morte
Seguirei a vossa urna
Na tarde pálida
E estarei vigilante quando vos baixarem
Para o leito de morte
E ficarei sobre a vossa campa
Até estar seguro da vossa morte
Risos, rumores e amores,
loucos teimem pela existência,
desesperados numa ausência,
finais infelizes sem actores.
São sentidos desvanecidos,
soltos numa musica ousada,
teimosa numa face abusada,
caída em juízos abolidos.
São fogos e terras de ninguém,
chove veneno na inocência do verde,
onde nada se ganha e tudo se perde,
sussurras longe num rio sem margem.
Implora-se o eterno numa arma,
joga-se o amor numa cortina de ódio,
nos écrans apenas passa um episodio,
no comodismo da vida ditas o karma.
E nada parece sem um prazer,
luta-se pela existência do ser,
compra-se dias para se viver,
Seus espíritos planam bem alto,
com suas asas flutuam como pássaros.
Seu amor irradia,
seus espíritos são a brisa
de verão que suavemente toca
o teu amor e o meu
A vida é um pássaro no céu,
a vida é um sopro de brisa.
O tempo escolheu as palavras,
o tempo escolheu as canções
mas nós continuamos a cantar mal.
Os espíritos delas estão na chuva,
que alimenta o trigo e fertiliza
o teu amor e o meu.
O sol é a luz do seu espírito,
que se sente e aquece o preto e o branco,
o meu amor e o teu.
A vida é a chuva que cai do alto,
a vida é um sol no céu.
O tempo escolheu as palavras,
o tempo escolheu as canções,
nós éramos o coro
mas nós continuamos a cantar mal.
Seus espíritos abençoam o cruel,
o intelectual, o bobo,
o meu amor e o teu.
Seus espíritos apontam-nos um caminho,
mas quem notou, quem dirá.
O meu amor ou o teu?
A vida é uma canção de embalar,
acalma um filho que chora,
que chora de dor.
O tempo escreveu as canções
Nós ouvimos o grito,
e ainda continuamos a cantar mal.
Simplesmente azul a cor,
uma simples quebra de dor.
Sou de dentro, do mar,
agua, fogo, terra e ar.
Entrei dentro do oculto,
sem licença e sem culto.
Uma simples trovoada,
uma tempestade mal amada.
Simplesmente quebrada,
um cristal de cara lavada.
Sou deserto sem desertar,
busco a lua ao luar.
Queres simplesmente ser,
um reflexo de luz no teu ser.
Simplesmente a alma gira,
do vento do espírito surgira.
Simplesmente a noite se deleita,
e a lua perpétua de dia se deita.
Simples os sonhos tenros idade,
enevoados na noite da eternidade.
Simplesmente um constrangimento,
limpo como a água será um sentimento.
Não subscrevas uma insinceridade,
Amor, amor é mil vezes mais forte que eu, mais forte do que tu
Se queres ser um soldado então vai para guerra marchar
Se pensas que vais ser um herói, já ouvimos essa antes, meu caro
Amor, amor é mil vezes mais querido que eu, mais querido que tu
Se queres ser um líder, então aponta-nos um caminho
Nunca nos vais libertar, não importa o que digas,
Eu disse que era melhor vires já…
Amor é a razão, amor é o caminho
Se apenas todos pudessem ouvir, não apenas o que parece tão claro
Não posso acreditar no que estou a ver, que mundo é este que estou vendo?
Mas eu sei há uma forma, deve haver uma forma
Terá que vir o dia - chegará um momento em que eu poderei ser livre...
Quero ouvir essa voz por essa causa, mais macia que eu, mais macio que tu,
seja ela qual for levarei o seu sorriso pelo caminho,
hei-de agarrar essa causa, mesmo estando na clandestinidade
Eu disse que era melhor vires já…
Este senhor tem um coração de criança. só pode, obrigado Roger Hodgson, um verdadeiro criador...
Tradução possível...
Quando criamos dentro de nós o desejo de posse e alimentamos o nosso egoísmo próprio então nunca saberemos onde fica a fronteira entre o amor e a dor, então e simplesmente nos abandonamos à vida sem sabermos para que serve a vida e culpamos o amor por nos magoar tanto, talvez isso se deva ao facto do amor não ser suficiente dentro de nós para abrirmos a nossa mente, nosso coração e nossa visão. Aqui vos deixo esta fantástica música, a que cada um poderá dar o sentido que quiser, dos Manic Street Preachers, além do fantástico dueto, ao ritmo melódico até ao solo de guitarra é fantástica, no entanto respeito quem não goste ou apenas goste das palavras, confesso que a tradução não seja a melhor, longe disso, mas fica a intenção. Sem mais e afinem esse ritmo e vamos pular e abanar essas cabeças… e não te esqueças…
Sozinho o teu amor não é suficiente, não é suficiente, não é suficiente
quando os momentos ficam difíceis e eles ficam difíceis, eles ficam difíceis
Trocas todos os teus heróis por fantasmas, por fantasmas, por fantasmas.
eles serão os que mais te amam, mais te amam, mais te amam
Sozinho o teu amor não é suficiente, não é suficiente, não é suficiente
foi o que tu sentis-te, foi o que tu disseste, o que tu disseste, o que tu disseste
Tu disseste que o céu cairia sobre ti, cairia sobre ti, cairia sobre ti,
toda a dor dos teus olhos ficaria azul, ficaria azul, ficaria azul.
Mas sozinho o teu amor não salvará o mundo,
sobes-te do segredo do universo,
e apesar de tudo fizeste tudo pior,
ele deixou-te sozinho, ele deixou-te amaldiçoado.
Roubas-te o sol directamente do meu coração, do meu coração, do meu coração
há pouco e sem desculpas se quebrou, se quebrou, se quebrou.
Sem ti não vou ficar em mau estado, em mau estado, em mau estado, em mau estado
para ti é esconder como um homem pode ser, um homem pode ser, um homem pode ser
Eu poderia te ver a milhas e milhas,
eu poderia te fazer sentir vivo,
eu poderia escolher um lugar para nós,
eu poderia te mostrar que também grito
Sozinho o teu amor não é suficiente
Sozinho o teu amor não é suficiente
As palavras são frágeis, todas elas são frágeis, e muito mais se tornam quando se fala de crianças, porque mais que as palavras, pensamentos, gestos e olhares, mais do que tudo, elas são demasiado frágeis e desprotegidas. Nunca tanto na história da humanidade ela foi tão humilhada e explorada, e afinal que mundo é este que trata assim as suas crianças? Somos governados por loucos e tiranos que nunca foram criança, deixámos de abrir a nossa mente à fantasia, à inocência, somos portadores da mais terrível doença, a carência de nunca termos sido crianças, e mais perigoso do que não termos sido criança é não assumirmos a criança que existe em cada um de nós. Deixamos de criar, de cativar, de imaginar, de amar, de brincar, de reinar, de libertar, de sorrir, de viver, de voar e de partilhar. Vivemos demasiado ocupados com os impostos, salários, concorrência, politica, religião, guerras e guerrilhas, terrorismos, dólares e euros, acções, títulos e tesouros, ouros negros e brancos, carros de grande cilindrada, equipas e jogadores, em construir escudos antimísseis e bombas atómicas, preferimos grandes banquetes e grandes discursos no belo edifício chamado de nações unidas que de unidas nada têm. Tratamos das crianças tal como do ambiente do nosso planeta um dia não terá retorno e tal como o planeta as crianças estarão demasiado poluídas pelas atrocidades que cometem contra ela, ainda existem alguns adultos com coração de criança, poucos, talvez o suficiente para existir uma voz, mas poucos para ganhar a guerra que tal como a natureza está em vias de extinção, fico feliz por encontrar de vez em quando um coração de criança…“O maior Homem do mundo é aquele que não perde seu coração de criança.”
Um pequeno pedaço de algo
Caindo suavemente, abaixo, abaixo
Ninguém entende como eu entendo.
Eu preferiria estar ao teu lado
Tudo aquilo que sabemos fazer tão bem.
Conta-me o que sentes agora
Mostra-me o que pensas disto
Não é mais sobre nós
Estão em toda a parte as razões pelas quais lutamos
Não é sobre ódio, não é sobre a dor que nós sempre sentimos
Eu sei que nós temos nossos problemas mas nós não somos os únicos
Não é sobre ti, não é sobre mim.
Não é sobre raiva, é mais sobre a solidão que nós sentimos
Como posso eu começar a pedir um pouco de perdão
Para tudo aquilo que de nós levamos
Não há nada a temer
Um pequeno pedaço de algo.
Caindo suavemente, abaixo, abaixo
Ninguém entende não, ninguém como eu
Não há nada a temer
Não é mais sobre nós
Estão em toda a parte as razões pelas quais lutamos.
Não é sobre ódio, não é sobre dor que nós sempre sentimos
Eu sei que nós temos nossos problemas mas nós não somos os únicos
Não é sobre ti, não é sobre mim.
Não é sobre raiva, é mais sobre a solidão que nós sentimos.
Não é sobre nós
Não é sobre ódio
É mais sobre a solidão que nós sentimos,
Consegues tu senti-la
Não é sobre raiva
Não é sobre querer
Eu sei que nós temos nossos problemas
Castelo de Leiria
Rio Lis
Sé de Leiria
Ponte Arrabalde da Ponte
Ponte Leiria Euro 2004
Igreja São Francisco
Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Fonte das 3 Bicas
Estação CP Leiria
Escola Secundária de Domingos Sequeira
Nascente do Rio Lis
Muralhas do Castelo de Leiria
O Rio da Minha Cidade
Antiguidades no Estaleiro da JAE
Avião no Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Vista Geral sobre Leiria
Mosteiro da Batalha
Estátua Equestre de D. Nuno Álvares Pereira
Câmara Municipal de Leiria
Estátua de D. João III
Lyceu de Rodrigues Lobo
Nazaré
Leiria à Noite
Leiria à Noite
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Igreja N. S. do Monte
Mosteiro de Alcobaça
Óbidos
Castelo de Almourol
Aveiro
Curiosidades de Leiria
Monumento aos Mortos da Grande Guerra (Leiria)
Rio Lis (Cortes-Leiria)
Rio Lis (Leiria)
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Berlengas
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Rio Tejo (Lisboa)
Ribeira (Porto)
Convento de Cristo (Tomar)