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| Bob Dylan - Blowin' in the Wind |
Diz-me que o céu é azul e eu acredito, diz-me que o mar sabe a sal e eu acredito, diz-me que o céu está estrelados e eu acredito, diz-me que o amor não é dor e eu acredito. Alguém me diz o que eu preciso saber? ninguém sabe, de mim esperas belas palavras, mas nem sempre o céu é azul e o mar sabe a sal, nem sempre o céu está estrelado e nunca o amor é dor. De longe se vê em quem acreditas, mas de perto se vê o quanto desprezas. Eu queria acreditar e pintar um quadro, compor uma música e com um poema deixar de existir, e de novo renascer, de novo aprender a viver, mas a única coisa que vejo é alguém que precisa, sem saber que também preciso, a única coisa que sei é que tudo não passa de um jogo, em que jogamos uns com os outros na esperança vaga de alguém perder, e à sempre alguém a perder, e outro a ganhar, e sabem porquê, porque procuramos cegamente o que queremos possuir o não o que queremos amar, e amar e o amor, alguém sabe o que é? não ninguém sabe, e se pensarem que sabem estão muito enganados, muito enganados, confundimos o possuir com o amar, queremos possuir para depois amar em vez de partilhar para depois amar, e se pensas entender estas palavras estás enganado, porque nem eu as percebo, talvez te pareça confuso, sem nexo, sem caminho, mas o engano é tudo o que te resta e por esse caminho segues sem te aperceberes da existência invisível de alguém, e eu nada sei nada vi e nada posso testemunhar…
| Styx - Show Me the... |
Esconde-te porque o mundo está a girar para te sangrar no caminho
O que ganharás se tentares viver mais?
Paraíso ou inferno, foi o frio da jornada que concedeu teus olhos de aço?
Abriga-te atrás da pintura, da tua mente ou num curinga do jogo
Estás muito assustado para ouvir um estranho
És muito precioso para colocares o teu orgulho em perigo
Estás a espera que alguém te compreenda
Mas há demónios no teu armário
E para fechá-lo estás a implorar
Dizendo que a vida começou a pregar-te partidas
Amigos estão fora (de consideração) para te ferirem
Persistes naquilo que batalhas
Agora não seguras as lágrimas
Porque chegou a hora de ganhares controlo
Se te posso ajudar, se te posso ajudar
Se te posso ajudar, apenas deixa-me saber
Bem, permite que eu te mostre o sinal mais próximo
Para obteres o teu coração de volta durante a viagem
Se te posso ajudar, se te posso ajudar
Se te posso ajudar, apenas deixa-me saber
A noite inteira acordado (como gostas) e tão seguro estás de ti,
Precisa de algo, de uma estrela de um filme secundário para te vigiar?
Eu sou igual a um menino que acreditava no ditado: “a cura da dor era o amor”,
Como seria se tu pudesses ver o mundo pelos meus olhos?
Muito assustado --- o fogo está a ficar mais frio
Muito precioso --- e pensar que estás a ficar mais velho,
Estás à procura de alguém para te dar uma resposta
Mas o que tu vês é apenas uma ilusão
Está cercado pela confusão
Dizendo que a vida começou a pregar-te partidas
Amigos estão fora (de consideração) para te ferirem
Eu quero saber...
Eu quero saber de ti...
E então, permite-me que eu te conheça
Quero sentir-te
Quero tocar-te
Por favor, deixa-me aproximar de ti
Tu podes ouvir o que estou a dizer?
Bem, estou à espera, estou a sonhar, estou a rezar,
Sei o que estás pensar
Vejo o mesmo que tu
Nunca deixes de acreditar em ti mesmo
Continua deitado, continua deitado
Por que é que continuas deitado?
Por que não ouves?
Podes confiar em mim
Conheço a passagem para um lugar
Onde tu não precisas ter a sensação
De estar sozinho
Ouve-me
Sei exactamente o que estás a sentir
Porque todos os teus problemas estão dentro de ti
Por favor, começa a ver que estou apenas sangrando
Para me amares, amar-te
Amar é o caminho para nos ajudarmos
Porque devemos ser tão modernos? Oh tão modernos!?
Oh, somos como uns tolos condenados...
Foi a 6 de Agosto de 1945, pelas 8:15 horas, em Hiroshima, Japão, é bom que ninguém se esqueça, porque esquecer a história é torná-la a repeti-la, e infelizmente o homem teima em esquece-la, ficam aqui apenas estas palavras…
Enola Gay, ontem deverias ter ficado
As
Um dia teus jogos serão mais que sofrimento
Enola Gay, nunca deverias ter terminado desta forma
São 8:15 e é a hora que sempre foi
Recebemos a tua mensagem pelo rádio,
as condições estão normais e estás voltando para casa
Enola Gay, hoje és a mãe orgulhosa do garotinho
O beijo que dás, nunca desaparecerá
São 8:15 e é a hora que sempre foi
Recebemos a tua mensagem pelo rádio,
as condições estão normais e estás voltando para casa
Enola Gay, hoje és a mãe orgulhosa do garotinho
O beijo que dás, nunca desaparecerá
Mergulhei na noite envolvido numa brisa densa, perdi-me num labirinto de nevoeiro e dei comigo pisando a areia da praia e ouvindo o som do mar, tudo era cego em meu redor, só o som do mar me seguia, vi uma luz fusca no horizonte, intensa como um farol e segui em sua direcção. O mar cantava uma linda música enquanto caminhava. E vindo do universo, da imensidão das estrelas vi uma estrela no céu, seu brilho penetrava na brisa como uma luz de néon que mudava de cor à medida que eu caminhava. Duas luzes e uma música, pelos meus pés entrada húmida e agradável a água do mar deixando seu perfume hipnotizante, e eu caminhava em direcção ao horizonte vendo cada vez mais de perto a forma daquela luz enquanto por cima de mim e estrela de néon continuava brilhando. Meus olhos ficaram aprisionados e meus pés pararam e se enterraram na areia e o mar como que a querer massaja-los passou por eles deixando uma sensação de harmonia e de paz, era uma estrela, uma estrela-do-mar, era uma estrela uma estrela do céu, não me contive em pé e de joelhos me prostrei, as estrelas estavam conversando uma com a outra, elas não deram pela minha presença, num silêncio imenso fiquei, deixando de ouvir a música do mar, ali fiquei ouvindo as duas estrelas, não reconhecia aquele dialecto, fechei meus olhos e num momento único o mar me cobriu me lavou o corpo e o coração deixando nele uma luz translúcida, e como por magia, estava a ouvir as estrelas perfeitamente, percebia tudo o que diziam como a clareza das águas de uma nascente pura, elas falavam sobre o Homem, a estrela do céu falava sobre tudo o que via lá do alto enquanto a estrela-do-mar falava sobre todos os resíduos que lhe chegavam até ao mar. Ali fiquei sem me mover, paralisado pelas luzes sufocantes que formavam um cenário lindo, um arco-íris de mil cores e uma claridade linda transcendente que me rodeava e me fazia flutuar. A estrela do céu dizia: “…o quanto é primitivo o Homem ainda, o quanto ainda ele tem que percorrer, nem os milhões de livros, nem as milhões de teorias, filosofias, sociologias alguma vez o irão ajudar a crescer, sabes estrela-do-mar, recebo milhões de frequências vindas do vosso planeta, esse mundo ainda não acabou porque ainda existem pessoas boas, porque existem ainda pessoas que acreditam num futuro e essas pessoas dão tudo sem nada pedir, mas são tão poucas, porque muitos dão mas estão sempre à espera de algo em troca e por vezes cobram, como são cruéis os Homens mostrando e expondo todo o tipo de violência nos seus noticiários enquanto censuram o amor, o amor que as pessoas podem fazer, digo-te estrela-do-mar, se existisse tanto preconceito para com a guerra como existe para com o amor, então o vosso planeta seria outro, seria um planeta de amor, se o direito à possessão fosse banida da consciência hipócrita dos Homens, que alimenta a ganância, a exploração do homem pelo homem, se fosse banida o quanto amor eles poderiam fazer. Fico triste muito triste estrela-do-mar, por saber que o homem ainda não evoluiu o suficiente, que ainda se encontra na idade da pedra, porque é pedra que ele constrói para depois destruir, com toda a tecnologia, que diz ele ser da idade dos bytes, mas não. Mas sabes estrela-do-mar ainda bem que existem Homens bons que lutam que tem frequências positivas e lindas que acreditam na força do amor, que acreditam em todas as suas formas de expressão tal como uma musica que com sete notas apenas constrói milhões de milhares de musicas, basta apenas deixaram de fora todos os preconceitos que o impedem de amar...” a estrela do céu fez um pausa como se de melodia se trata-se e a estrela-do-mar então disse: “…tens razão estrela do céu, não imaginas a quantidade de lágrimas que recebo, de angustias e medos, recebo demasiadas vezes sangue e corpos inteiros muitos por razões sem razão nenhuma, mas todas elas motivadas pela intervenção da mão humana na grande mãe natureza outras executadas pelas suas próprias mãos, ao meu leito vem ter tudo, mas também recolho lágrimas de amor, de uma amor lindo que leio nelas, vejo o amor que é feito só por alguns nas margens dos rios, um amor para a natureza na natureza sem preconceito numa entrega total sem condicionalismo, mas existe um amor semelhante a este que é praticado da mesma forma, mas esse não se chama amor, chamasse possessão, e esse traz muita dor, traz muita adulteração, traz o quanto o Homem está equivocado, o quanto incerto ele é, a quanto mentira ele lança ao rio e volta a encher-se de mentira, e vejo lágrimas de almas que abandonaram o corpo, sei que não serão condenadas apenas que não tiveram a energia de sobreviver, apenas porque alguém lhes transmitiu o pior dos pecados que é a possessão seria o único caminho, sabes estrela do céu, ele realmente é primitivo é, nem as tecnologias que ele usa o fazem evoluir, o que lamento, em África existem rios de lágrimas e sangue, e muitos locais pelo mundo existem rios de suor da escravidão, e muitos locais existe rios de ódio e em outros riqueza tal que daria para construir um planeta de outro, mas sabes estrela do céu, existem sim Homens bons e enquanto este mundo tiverem Homens desses, enquanto eles em pequenas ou grandes palavras proclamarem o amor ainda haverá esperança…”. Eu não consegui ouvir mais nada, a brisa desapareceu e dei comigo deitado sobre a areia com o mar a massajar-me os pés, tinha acordado, não sei bem ainda, só sei que meus olhos viam com mais clareza e meu coração batia de forma diferente… era uma simples história de duas estrelas… e eu disse ao meu conto de fadas no pais das maravilhas que hoje iria fazer algo de bom… obrigado A…..
| Simon & Garfunkel ... |
venho para falar contigo novamente
por causa de uma visão macia e aduladora
foi germinada enquanto eu dormia
e a visão surgiu do meu cérebro.
Continuam as recordações
à distância o som do silêncio.
Nos inquietos sonhos eu caminhava sozinho
nas apertadas estradas de Cobblestone
debaixo de uma auréola de uma lâmpada de rua
eu virei o meu colarinho contra o frio e a humidade
quando os meus olhos foram injuriados pelo
flash de uma luz de néon
aquilo fendeu a noite.
E tocaste o som do silêncio
e numa pura luz vi
dez mil pessoas talvez mais
pessoas conversando se falar
pessoas ouvindo sem escutar
pessoas escrevendo canções, nunca as repartiam
e ninguém ousava
perturba o som do silêncio.
“Insensatos”, disse eu, “vocês não sabem que o silêncio
é como um cancro que se desenvolve”
oiçam as minhas palavras que eu posso ensinar-vos
a pegarem nas minhas armas que eu posso dar-vos poder
mas as palavras silenciosas choviam sentidas
e ecoavam o som do silêncio
E as pessoas curvavam-se e oraram
ao Deus de néon que cultuavam
e as letras
brilhavam com a verdade
nas palavras sobre a cidade
e o anúncio dizia: “As palavras dos profetas estão escritas
nas paredes do metro e nos muros das selvas de pedra
e sussurradas nos sons do silêncio.”
Castelo de Leiria
Rio Lis
Sé de Leiria
Ponte Arrabalde da Ponte
Ponte Leiria Euro 2004
Igreja São Francisco
Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Fonte das 3 Bicas
Estação CP Leiria
Escola Secundária de Domingos Sequeira
Nascente do Rio Lis
Muralhas do Castelo de Leiria
O Rio da Minha Cidade
Antiguidades no Estaleiro da JAE
Avião no Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Vista Geral sobre Leiria
Mosteiro da Batalha
Estátua Equestre de D. Nuno Álvares Pereira
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Estátua de D. João III
Lyceu de Rodrigues Lobo
Nazaré
Leiria à Noite
Leiria à Noite
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Igreja N. S. do Monte
Mosteiro de Alcobaça
Óbidos
Castelo de Almourol
Aveiro
Curiosidades de Leiria
Monumento aos Mortos da Grande Guerra (Leiria)
Rio Lis (Cortes-Leiria)
Rio Lis (Leiria)
São Martinho do Porto
Berlengas
Castelo de São Jorge (Lisboa)
Rio Tejo (Lisboa)
Ribeira (Porto)
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