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Segunda-feira, 23 de Julho de 2007

As minhas botas…


Desci do autocarro numa paragem sem nome, sinto-me um estranho na minha cidade, no meu mundo, trago comigo botas gastas pelo asfalto, e oiço dizer: existe um novo rapaz na cidade. Sinto-me estranho na minha própria cidade, velhos amigos não me reconhecem e os novos amigos olham só para as botas gastas pelos caminhos da vida, mais nada conta, a não ser o desgaste das minhas botas, que importa para eles se tenho ou não desgastes no resto do meu ser, que importa afinal, já não existe argumentos, agora para ti são mentiras, mesmo que não sejam, olhas-te demasiado para as minhas botas quando deverias ter olhado para meus olhos…

Sinto-me: Sem Botas...
Por Pulse às 22:29
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Domingo, 22 de Julho de 2007

As Ondas


São como pensamentos

que se enrolam e desfazem,

são feitas de sentimentos,

passados e desfeitos também.


São como os sonhos,

ao sabor da imaginação,

desfazem-se em lágrimas,

sofrem colisões sem lamentação.


Ondas simplesmente,

no verão são frio quente,

enrolam alegrias e tristezas,

desfazem tentações e fraquezas.


Gostava de ser onda para te abraçar,

enrolar-me contigo na areia.

Gostava de ser onda para te provar,

desfazer-me em ti nessa areia.


Gostava de ser onda para te envolver,

de um amor e paixão que só eu te posso dar.

Gostava de ser onda para te querer,

descobrir o segredo mais intimo e provar.


As ondas são as lágrimas do meu amor,

o verão das tuas alegrias e paixões,

a razão incerta da minha ultima dor,

um futuro em rocha fria em filões.

Sinto-me: Onda
Por Pulse às 23:32
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80 dias

marillion

 

ESTE ESTRANHO MOTOR

(This Strange Engine)


 


 

80 DIAS


 

Faixa 3

(80 Days)

Olhando para baixo desta alta janela

De faces na linha

Frio pelas horas de espera

Quantas pessoas conseguem amar?

Quando estas negra e azul com feridas

Das colisões na estrada

A fricção moída de viajar

Este é o espectáculo sem fim

 

Agora mesmo

tudo o que quero fazer

tornar real

se estiveres de acordo

 

Acordei a noite passada por entre as montanhas

Dirigindo-me de Zurique para Milão

Descansei ouvindo os ecos

Pensando na Islândia e no Japão

Tantos sorrisos tantas faces

E a minha casa está tão longe

Perdi parte de mim em todos os lugares

E eu não consigo ajudar a forma em que estou mudado

 

Por todo o mundo em oitenta dias

Memórias viram com páginas de uma revista

Que tipo de homem consegue viver desta maneira

Faço o que posso

Mas eu não consigo escapar

 

Agora mesmo

Tudo o que eu quero fazer

Tornar real

Se estiveres de acordo

Agora mesmo

Tudo o que quero fazer

De alguma forma

Ser eu próprio contigo

 

Por todo o mundo em oitenta dias

Neblina alcoólica de informação

Que tipo de homem consegue viver desta maneira

Contando que eu tenha

Eu fico o mesmo

 

Agora mesmo

Tudo o que eu quero fazer

Tornar real

Se estiveres de acordo

Agora mesmo

Tudo o que quero fazer

Tornar real

Se estiveres de acordo

Por apenas uma noite contigo

Se estiveres de acordo

Tornar real

Tornar real agora mesmo

De alguma forma
Sinto-me: A oitenta dias...
Música: Marillion - 80 Days
Por Pulse às 12:51
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Estou livre, livre para cair levemente...


Ela é uma boa miúda, ama a mãe
Ama Jesus e a América também
Ela é uma boa miúda, louca por Elvis
Ama cavalos e o seu namorado também
É um longo dia vivendo em Reseda
Há uma estrada em direção ao pátio
E eu sou um gajo mau porque não senti a falta dela
Eu sou um gajo mau por ter partido o coração dela
E eu estou livre, caindo livremente
Sim eu estou livre, caindo livremente
Todos os vampiros caminham para o vale
Indo para o oeste de Ventura Boulevard
Todos os gajos maus estão permanecendo nas sombras
Todas as miúdas boas estão em casa com seus corações partidos
E eu estou livre, caindo livremente
Sim eu estou livre, caindo livremente
Eu quero deslizar até Mulholland
Eu quero escrever o nome dela no céu
Quero cair livremente para o nada
Quero deixar esse mundo por enquanto

Sinto-me: Contador de Histórias...
Música: Tom Petty - Free Fallin'
Por Pulse às 11:15
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Sábado, 21 de Julho de 2007

Procuro teu olhar…


Procuro o teu olhar por entre as estrelas, penetro no mais longínquo universo na busca incansável de teu olhar, onde estás? não sei, não sei tão pouco se existes, só te poderei reconhecer pelo brilho do teu olhar, serão como dois pulsares brilhantes e penetrantes capaz de penetrar na minha alma e reconhecer as frequências escondidas de meu pulsar, serás capaz de me reconhecer? não sei. Meu amor vagueia por entre as luzes mais coloridas do universo em busca das cores mais desconhecidas, meu amor emite uma música que só teu olhar é capaz de levar ao som do teu universo, onde se misturam o fogo e a água em perfeita harmonia, e nem a mais linda fantasia serás capaz de imaginar e nem o maior dos prazeres és capaz de descobrir até a mim chegares. Meu amor é um universo imenso onde se misturam todas as formas, onde se escondem todos os teus e meus desejos, está tudo escrito nas curvas da luz que invisíveis viajam pelo espaço denso de sonhos e estreito de distâncias. Já percorri longas distâncias e perdi-me em espaços apertados, mas não perdi a essência de meu pulsar, e meu amor vagueia livre em busca de um olhar que o prenda na mais bela das liberdades onde dois pulsares emitem e recebem em perfeita harmonia, acredita…

Sinto-me: A Olhar-te...
Por Pulse às 20:10
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

UM BELO DIA

marillion

 

ESTE ESTRANHO MOTOR

(This Strange Engine)


UM BELO DIA


Faixa 2

(One Fine Day)


Quando éramos jovens costumava-mos dizer

As coisas seriam diferentes

Um belo dia

As paredes cairiam

As nações cantariam como uma

Vivemos esperançados

Porque até agora não chegou

 

Escutando o cair da chuva

Esperando que o mundo mude

Começando a duvidar se iremos esperar em vão

Por um belo dia

 

Ho, como os anos mudam

As coisas pelas quais lutamos

Um mundo melhor ou apenas uma vida calma

O que parecia simples

Está tão longe

Não sustenhas a respiração esperando

Por um dia belo

 

Escutando o cair da chuva

Esperando que o mundo mude

Começando a duvidar se iremos esperar em vão

Por um belo dia

 

A vida é estranha

Pode parecer que estás alto e seco

Viras-te

Apercebeste-te que não há nada neste mundo que reconheças

Será que adormecemos pequena?

Sonhando aquele sonho pequena?

 

Escutando o cair da chuva

Será que adormecemos pequena?

Sonhando aquele sonho pequena?

Por um belo dia

Sinto-me: A Construir um belo Dia...
Música: Marillion - One Fine Day
Por Pulse às 23:44
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Equilíbrio


Tudo se refaz, se destrói e constrói num perfeito ciclo de vida, por mais que caminhes e corras os teus passos permanecem imóveis, podes comprar corpos e vender o teu próprio corpo, podes matar e destruir, podes magoar e deitar fora, podes esbanjar as tuas riquezas em modas de desgaste rápido, mas tudo tem um retorno inverso, tudo tem um equilíbrio que a vida se encarrega de te dar, seja nesta ou em outra vida, seja no juízo final, seja no karma, seja no céu ou no inferno, e muitas vezes nem te apercebes das dores que sentes e as razões delas. Tudo está presente e nada podes mudar, o sul o norte, o positivo e negativo, o amor e o ódio, o bem e o mal. Da mais pequena partícula do universo até à mais gigantesca galáxia tudo tem um equilíbrio, todo o mal que praticares um dia virá ter contigo para o grande equilíbrio do teu universo, mas infelizmente tu não acreditas em nada do que é transcendente, apenas achas que tudo acaba com a morte, puro engano pura cegueira, tudo o que vês no universo é eterno e tu és eterno, basta olhares para as estrelas, elas não morrem apenas se transformam e renascem para dar vida num ciclo perfeito de harmonia, nada se perde tudo se transforma no universo. O grande equilíbrio entre a natureza e o transcendente vai permanecer eterno pela eternidade num ciclo perfeito onde tu és uma peça especial se quiseres, apenas se quiseres, se não quiseres serás e pertencerás ao lado escuro da lua onde o equilíbrio te espera para compensar o mal que fizeste em algures no universo ou aqui onde me encontro, mas lembra-te o amor não provoca dor…
Sinto-me: Equlibrado
Por Pulse às 23:35
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

HOMEM DAS MIL FACES

marillion

(This Strange Engine)

ESTE ESTRANHO MOTOR

HOMEM DAS MIL FACES

Faixa 1

(Man of a Thousand Faces)


Eu sou o homem das mil faces

Um pequeno pedaço de mim em todo o lado eu levo

Eu seguro a fita para mil raças

Um ponto de vista diferente em cada discurso que faço

Corta-me um pedaço da minha alma dividida

Chora-me um rio, chama-o rock and roll

Dá-me uma atitude e observa-me a faze-la mentir

Passa-me o microfone

Eu preciso testemunhar

 

Bem eu falo com máquinas com a voz da humanidade

Falo para o sábio com a voz da insanidade

Falo para o presente no tempo passado e futuro

Falo para um escravo com a voz da obediência

 

Eu sou o homem das mil idades

Tu vês a minha face nas pedras do Darthenon

Tu ouves a minha canção no murmúrio da Babilónia

Eu sou o homem das mil riquezas

Sê meu convidado no banquete de Satyrion

Gastas o dinheiro onde o meu logótipo se imprimiu

 

 Bem eu falo com máquinas com a voz da humanidade

Falo para o sábio com a voz da insanidade

Falo para o presente no tempo passado e futuro

Falo para um escravo com a voz da obediência

 

Eu roubei a chama mas ardeu cedo de mais

Eu dei um pulo e aterrei na lua

Olha para a minha vida parece a LUA

Tu viste algo um dia

Tu sabes que se vai aproximar outra vez

 

Bem eu falarei com as máquinas com a voz da humanidade

Falarei para os sábios com a voz da insanidade

Falarei para uma mulher com o charme fatal de uma cobra

Perdoarei como doador e amealharei por tudo o que levar

sim falarei para as máquinas com a voz da humanidade

falarei para um sábio com a voz da insanidade

falarei como um líder com a voz do poder e do comando

e quando falar com Deus eu saberei que me entende

 

Porque eu sou o homem das mil faces

Sim eu sou o homem das mil faces

 

Eu roubei uma chama mas ardeu cedo demais

Eu dei um pulo e aterrei na lua

 

Voz de comando

Voz de uma cobra

Voz da humanidade

Voz da insanidade

Voz da obediência

Mil faces

Mil raças

Chora-me um rio

Rouba uma chama

Face nas estrelas

Pedras no Parthenon

Murmúrio da Babilónia

Aterrou na lua

Sinto-me: Um estranho Engenho...
Música: marillion - This Strange Engine
Por Pulse às 21:42
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Afinal quem sou?


Queria ter vontade de escrever, tudo pára por vezes, nada sai de dentro, e não sei o que faço aqui, tudo o que deixo por fazer, sou impenetrável, talvez não seja de carne mas de uma matéria dura e invisível, por vezes me revejo numa existência só por existir e ao amor não posso apontar culpa, ele não dói, quem faz dor é tudo o resto. A minha viagem contínua sem destino, sem luzes e sem túnel, do silêncio não tenho medo nem da solidão, receio o vazio de tudo, do corpo, da alma do espírito. Mas invisível é o meu ser, único, corre sem correr, chora sem chorar, sorri sem sorrir, ama sem amar, sonha sem sonhar, e não vê nenhuma estrela a brilhar, não escuta mas recebe a promiscuidade e o egoísmo e a ganância, a deformação dos pensamentos. Afinal quem sou? consegues me explicar, nunca saberás, sou apenas uma concepção deformada do teu cérebro ou a inveja e o cinismo de outros que destroem a cada dia que passa uma imagem sensível de uma vida… mas não existe nada sem retorno…
Sinto-me: A Ser...
Por Pulse às 12:45
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