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Domingo, 20 de Maio de 2007

Queria… Memória…


Queria, apenas queria, sentir, sentir algo, uma dor, uma pequena dor, estou triste, apenas triste, espreitar pela porta semiaberta do futuro, quantos pensamentos nos passam pelo nossa cabeça, assim em breves momentos como se fossem eternidades, sinto-me triste. Queria falar de amor, mas não sou capaz, partir nessa aventura que tanto apelo, meu sinal sempre foi fraco, para onde emitisse, por onde viaja-se, até aos confins do universo, viajo solitário como um pulsar, sinto-me esquecido pelo destino, pelo amor, esquecido do passado e do futuro, vagueio por entre o meu silêncio numa esperança sem fim, de portas abertas para me encontrarem ou para me levarem, não sei, desprotegido me encontro num labirinto de incertezas que as minhas certezas conhecem, viajo em silêncio numa conversa linda, contemplo a paisagem do universo onde não me sinto só, são frequências de outros pulsares distantes, não os posso tocar, eu sei, talvez um dia quem sabe, talvez se eu colocar este post com o titulo de “foder” alguns milhares de quasares me visitem cheios de luz mas com fraca frequência, nem tudo o que imite luz é estrela e os quasares não são estrelas. Mas não me sinto só, tenho apenas medo do vazio, quando minha frequência atravessa espaços vazios ocupados por astros sem luz que sugam a minha luz e me deixam sem energia, e meu raio de frequência continua até um dia se esvanecer nos confins de um universo sem memória…
Sinto-me: Sem Memória...!!!
Por Pulse às 12:40
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

O Condutor Português

As segundas-feiras são terríveis, muitos concordarão comigo, mas mais terrível que segundas-feiras são o que se passa nas nossas estradas, ora bem então aqui vai uma ilustração, animada, bem fiel do típico condutor português, que por mais bom cidadão, esposo, cumpridor dos seus deveres e honesto que seja, na sua via quotidiana não deixa de se transformar numa terrível máquina de guerra, é divertido, mas já agora vale a pena reflectir, e publique também no seu blog… portem-se bem na estrada f. f. …
Sinto-me: Terrivel
Por Pulse às 19:53
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Domingo, 13 de Maio de 2007

Hoje


Hoje eu devia de falar sobre algo que aconteceu num dia como este, é sobre um amor, um amor perdido, que amei e deixei de amar, em que o tempo me deu razão e as palavras a traição. Já não te amo, e não me vou crucificar para ter pena de mim próprio, enganei-me e fui enganado, é como me sinto, fui levado por um amor que de facto queria, por promessas e sonhos de tanto amor, que pensei que pudesse ultrapassar qualquer barreira, mas não, vi o quanto sou fraco o quanto tu és fraca, afinal o amor não é assim tão fácil. O tempo me deu razão e o destino me mostrou que nada posso esperar, meu pulsar bate devagar, suas frequências são fracas e não atingem seu destino planetário, e desejava tanto amar, com desejo, com fantasia, com imaginação, com aventura, com toda a fúria, sem pudor, despejado de preconceitos, entregar a minha alma meu corpo no teu leito. Mas enganei-me por breves momentos senti isso e não guardo rancor nem desprezo, guardo algo bom, pois posso nunca mais o viver, mas existem vazios que precisam de ser preenchidos, e espaços que precisam de ser esvaziados. Senti-me traído pelas palavras, não devia ter confiado nelas, afinal palavras são só palavras e nada mais que isso, fazer delas uma Supernova, explodir em milhões de pedaços e dar origem a novas vidas, a novos pulsares, isso não seriam palavras mas sonhos tornados realidade. Hoje não existe nada para comemorar, nem para celebrar, não, o gelo voltou e tudo à minha volta voltou ao estado anterior, sou um pulsar, como podes imaginar, um pulsar único, só, mas o meu está sempre a emitir frequências de uma só frequência, talvez quem sabe alguém a oiça, alguém a capte em seu radar. Aprendi mais uma lição da vida, e mais uma traição do destino e tempo avança como uma ameaça, pouco me importa, enquanto meu pulsar emitir terei uma réstia de esperança. Já não te amo, já não volto atrás, partirei para longe onde me espera algo que não sei o que é nem conheço, numa aventura sem destino que só um pulsar pode fazer, por entre a vastidão do universo preenchendo vazios, dando vós a muitos pulsares que não tem vós, pode ser que alguém me capte no seu radar… Adeus.

Whitesnake - Fool For Your Loving

 

Eu nasci num mau signo,

Abandonado ao frio…

Sou um homem solitário que sabe

Justamente o que significa perder o controle…

Mas eu apanhei todo o sofrimento do coração

E mudei-o para a vergonha,

Agora estou aceitando a censura, movendo-me,

E não estou aceitando a censura

Louco… Não corras para mim

Eu sei que fiz tudo o que posso…

Louco… Uma dura amante como tu

Faz apenas um duro amante

Então eu posso dizer-to, baby…

Não mais serei um louco pelo teu amor…

Não mais louco pelo teu amor…

Eu estou cansado de tentar, eu sempre acabo fora,

Louco pelo teu amor não mais…

Não mais serei um louco pelo teu amor…

Estou cansado de tanto sofrimento,

Deixa-me sozinho muito tempo…

Eu dei-te o meu coração e tu o desprezas-te,

Oh, baby, foste injusta…

Louco… Não corras para mim

Eu sei que fiz tudo o que posso…

Louco… Uma dura amante como tu

Faz apenas um duro amante

Então eu posso dizer-te, baby…

Não mais serei um louco pelo teu amor

Não mais um louco pelo teu amor

Eu estou cansado de tentar, eu sempre acabo fora,

Louco pelo teu amor não mais…

Não mais serei um louco pelo teu amor…


Sinto-me: Traido
Por Pulse às 22:19
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Poema para todas as Maddy’s


Caminhando pelos muros da vida,

Desenterrando buracos abertos da história,

Onde os relógios não param nesta divida,

Está este Homem sempre de face contraditória.

 

Em armas bélicas se enfeitam,

Em tratados e negociações se embebedam,

Fabricando monstros que queimam,

Cegando o povo com jogos que entretenham.

 

Vem monstros do norte e do sul,

Ávidos e famintos de carne nova,

Chamam-lhes psicopatas, pedófilos,

Terroristas, violadores e anarquistas.

 

Formam-se em grupos sofisticados,

Espalhando a desordem e o pesadelo,

Em motins se envolvem embriagados,

Enquanto outros se escondem no medo.

 

E a grande fábrica continua aberta,

Chamam-lhes G8, líderes mundiais,

FMI, Banco Mundial, Euro ou Dólar,

Globalização Económica Mundial.

 

Só para alguns claro, existe proveito,

Com seus exércitos terríveis e poderosos,

Indiferente olhamos sem receio,

Por entre a janela do comodismo e receosos.

 

Anjo Maddy, agora de asas murchas,

Roubaram-te o sorriso, alegria e a inocência,

Para o mar do medo foste levada,

e libertar-te nem a maior das potências.

 

Volta Maddy, com as asas abertas, assim desejo,

Trás aquela alegria e abre os corações deste mundo,

A guerra pela paz ainda não acabou e assim anseio,

Trás o amor verdadeiro em teu sonho e liberta-o…

Sinto-me: Com Medo do Papão
Por Pulse às 19:21
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Sábado, 12 de Maio de 2007

Carta para a um pequeno Pulsar de nome Madeleine


Queria-te escrever um poema, pequena Maddy, queria escrever um poema em que todos as pequenas Maddy’s e os pequenos Maddy’s pelo mundo fora coubessem nele, talvez não seja digno de tal proeza, porque a tu alma de criança a tua pureza de criança ainda são de anjo e os anjos perdem a sua inocência quando voltam à terra, quando cada pulsar liberta a sua frequência ou simplesmente porque não sou poeta de rimas e prosas bem definidas em gramática e técnicas de escrita, mas pouco importa, afinal é para um anjo este poema. Sabes pequena Maddy tiveste sorte em nascer na parte do mundo mais a norte, num país chamado Reino Unido, por esse motivo tiveste o impacto que tiveste, comoveste muita gente deste lado do mundo, partiram todos à tua procura, e ainda bem, mas tiveste um momento em que estavas à mercê dos monstros desta parte do mundo, estavas na hora errada no local errado, um pequeno momento que para sempre mudou a tua vida e das que te amam. Sabes Maddy, quantas anjos como tu existem no mundo e caiem nas mãos desses monstros, são muitos Maddy, são muitos milhões de anjos e aumentam dia para dia, e ninguém faz nada e para os procurar, e os que fazem, pouco conseguem e sabes porquê Maddy, porque simplesmente nasceram do outro lado do mundo, num mundo onde os anjos são assaltados roubados, tirados da sua inocência e entram num mundo humano mais sedo do que o permitido e que quando crescidos dão origem aos mais terríveis desequilíbrios do homem, os que chegam lá, porque muitos anjos padecem pouco de depois de perderem toda a sua inocência todo o seu sentido de vida, de toda a dignidade, perdem tudo, mas te prometo pequena Maddy ganham um lugar no colo de Deus, serão anjos de verdade, porque conheceram a dor antes do tempo, dor essa que purifica e ninguém quer saber, porque nesta parte do mundo ninguém quer sofrer, ninguém quer perder o seu bem-estar, ninguém quer saber até que um deles seja atingido, e tu és pequena Maddy um mártir que talvez daqui a uns anos ninguém se lembre ou simplesmente te vá catalogar como um simples desaparecimento, sabes pequena Maddy, este lado do mundo fabrica os monstros que te apanharam, este lado do mundo vive muito ocupado, é um mundo muito egoísta, muito só, onde as pessoas pensam que está tudo bem, quando está tudo mal, este lado do mundo com toda a sua exuberância, fartura, luxos, com tanto poder continua todo ele a depender do outro lado do mundo onde pessoas são exploradas, esventradas, escravizadas e tudo quanto possas imaginar, fabricamos nós os do norte todos esses monstros de explosivos na cintura, de desesperos pelo oceano em busca da terra prometida, é este o teu lado o lado do norte que fabrica demónios que dominam a terra e matam anjos todos os dias como tu e para manterem o seu status, para satisfazerem os seus desejos mais perversos, esventram anjos do outro lado mais a sul, e ninguém se importa, e os que se importam são ainda muito poucos, porque muitos do lado de cá do norte armam-se em santos, imaculados, pacificadores, moralistas, mas na verdade pequena Maddy são umas bestas, é pequena Maddy, eu tenho vergonha de pertencer a este mundo, a uma espécie chamada de humana, que se entretêm em fazer grandes discursos, tratados, coligações partidos e em democracia ou em ditadura, que se entretêm em discutir o norte e o sul, a esquerda e a direita, a democracia e a ditadura, a globalização ou a inclusão, o separatismo ou o terrorismo, e depois vêm alguns desses monstros por nós fabricados com um cinto em seu redor pensando ganhar o paraíso, na verdade pequena Maddy só anjos como tu o ganham, eu como pertenço a este lado do norte espera-me o inferno ou a sentença de Deus, que importa pequena Maddy, desejo tanto que apareças, como desejaria que todos os anjos desaparecidos aparecessem em forma de exercito de amor, mas tudo isso é utópico porque nos homens em que todo o poder do mundo reside, neles existe muito pouco amor e muito egoísmo e do lado do sul muito ódio e violência, esta é a realidade que os optimistas insistem em esconder porque é fácil ser optimista no lado norte enquanto o sul sustenta o norte. Aparece pequena Maddy, vem de novo, vem para calar a boca dos hipócritas dos poderosos, vem, mesmo marcada vem, porque és um anjo um anjo do céu um anjo de Deus, vem Madeleine… vem…
Sinto-me: Escravo do Norte
Música: Soul Asylum - Runaway Train
Por Pulse às 16:58
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Respira


Fala Comigo


“Tenho sido um louco pelos anos fora, anos absolutos estando no estremo pelos yonks, tendo trabalhado ao máximo para me integrar...”

“Sempre fui louco, eu sei que fui louco, como a maioria de nós... é muito difícil de explicar porque somos loucos, mesmo que não o sejamos...”


 

Respira


Respira o ar

Não tenhas medo de te preocupar

Parte mas não me deixes

Olha em volta escolhe o teu próprio chão

Por mais que vivas e mais alto voes

E sorrisos que dês e lágrimas que chores

E tudo o que toques e tudo o que vejas

É tudo o que a tua vida sempre será

Corre, corre coelho corre

Cava esse buraco, esquece o sol

E quando por fim o trabalho acabar

Não te sentes é tempo de começar outro

Por mais que vivas e mais alto voes.

Mas se tu apenas montares a maré

Balanceando na maior onda

Corres para uma sepultura cedo

Pink Floyd
Sinto-me: A Respirar
Música: Pink Floyd - Speak To Me-Breathe
Por Pulse às 13:39
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Terça-feira, 1 de Maio de 2007

Genesis - No Son Of Mine

("Oiço sons, por entre paredes, gritos e choros, pulsares imitem dor por entre um vazio de apenas uma frequência... me ajuda...")

A chave para minha sobrevivência
Nunca foi muito duvidosa
A pergunta era como eu poderia me manter são
Tentando achar uma saída

As coisas nunca foram fáceis para mim
Paz de espírito era difícil de encontrar
E eu precisava de um lugar onde pudesse me esconder
Algum lugar que eu pudesse chamar de meu

Eu nunca pensei muito nisso
Até começar a acontecer a qualquer hora
Eu estava a viver diariamente com o medo
Do que poderia acontecer naquela noite

Eu não conseguia suportar ouvir o
Choro da minha mãe
E eu me lembro quando
Eu jurei que aquela seria
A última vez que eles me veriam
E eu nunca voltei para casa novamente

Eles dizem que o tempo é um curandeiro
E agora minhas feridas não são as mesmas
Eu toquei a campainha com o coração na boca
Eu tinha que ouvir o que ele tinha a dizer

Ele sentou-me para conversar comigo
Ele me olhou directamente nos olhos

Ele disse:

Tu não és, tu não és meu filho
Tu não és, tu não és meu filho
Sais-te de casa, deixaste-nos para trás
E tu não és mais o meu filho

Suas palavras, como elas me magoaram eu nunca esquecerei
E com o tempo, que passou rápido, eu vivi para lamentar

Tu não és, tu não és meu filho
Mas para onde devo ir,
O que devo fazer
Tu não és, tu não és meu filho
Mas eu vim para pedir ajuda, eu vim aqui por você

Bem, os anos passam devagar
Eu pensava nele diariamente
O que eu faria, se nós nos cruzássemos na rua
Eu continuaria a fugir?

Dentro e fora de esconderijos
Eu teria que encarar os factos
Teríamos que nos sentar e conversar
E isso significava voltar

Eles dizem que o tempo é um curandeiro
E agora minhas feridas não são as mesmas
Eu toquei a campainha com o coração na boca
Eu tinha que ouvir o que ele tinha a dizer

Ele sentou-me para conversar comigo
Ele me olhou directamente nos olhos

Ele disse:

Tu não és, tu não és meu filho
Tu não és, tu não és meu filho
Sais-te de casa, deixaste-nos para trás
E tu não és mais o meu filho

Suas palavras, como elas me magoaram eu nunca esquecerei
E com o tempo, que passou rápido, eu vivi para lamentar

Tu não és, tu não és meu filho
Mas onde eu devo ir, e o que eu devo fazer
Tu não és, tu não és meu filho
Mas eu vim pedir ajuda, eu estava procurando por você
Tu não és, tu não és meu filho
Tu não és meu filho

Tu não és, tu não és meu filho…
Sinto-me: Filho de um tempo perdido
Música: Genesis - No Son Of Mine
Por Pulse às 17:45
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Óculos de Burro


Violência, essa palavra que nunca foi nem nunca será banida, talvez um dia quem sabe, quando uma espécie animal, chamada de humana deixar de existir, o que é muito provável, com o continuar de atentados à natureza que gerou até agora, todos os actos de violência que ele pratica para com ele mesmo, para com os outros, para com a natureza irão ter um retorno, tudo tem um retorno e dado que tem capacidade de raciocínio e portanto de inteligência, continuam a ignorar ou simplesmente não tem visão, são os chamados intelectuais ignorantes deste mundo, e poderia apontar muitos, mesmo dentro das nossas cidades, dentro das nossas casas, dos nossos bairros e por ai fora. Sou de Leiria e nesta bela cidade existe um rio, Rio Lis, existe também uma ribeira muito famosa, pelas más razões, a ribeiro dos Milagres, é um exemplo da ignorância de alguns ricos criadores de porcos, que lamento dizer, mas não devem ter amor aos seus filhos, se tivessem pensariam neles, e a situação é simples, como poderão eles dizer que tem amor aos seus filhos, se os tiverem claro, se não tratam bem da própria natureza, aquela que lhes dá o alimento a possibilidade de geral vida, é verdade ou não é que acima de nós está sempre a natureza, quer queiramos ou não, é permite-nos sobreviver em todos os seus aspectos, seja com as matérias-primas, com as quais construímos os nosso fantásticos computadores, ou com os alimentos que comemos à mesa todos os dias, afinal onde está o amor que sentimos por ela? Que futuro irão dar aos seus filhos, que dizem tanto amar, se os tiverem claro, um dia também eles regressarão à natureza em pó ou em cinzas ela lá vos espera, mas sabemos que existem outras razões, económicas, financeiras, progresso bla, bla, bla, que se elevam mais alto para eles, para esses senhores que amor pelo futuro dos seus filhos pouco devem ter, este é um dos tipos de violência que hoje se exerce muito sobre eles mesmos, sobre familiares que dizem tanto amar, e os outros, e principalmente a tremenda violência e agressão sobre a natureza que tudo nos dá mas que nos tirará um dia por este andar. Outro tipo de violência, muito em voga nos nossos dias, a violência doméstica, seja ele de homem para mulher ou vice-versa, de filhos para pais ou vice-versa, e por ai fora, não sou psicólogo e sociólogo, para analisar cientificamente estes fenómenos, mas interrogo-mo do porquê deles, e não sou só eu, talvez todos aqueles que lêem este texto chegarão à conclusão que a razão disto tudo é a ignorância, ignorância com todos os seus sentidos e aspectos, ignorância da boa educação, formação, civismo, respeito, tolerância, dialogo, abertura e muito, muito mais, esta ignorância sobre todos esses princípios do bom relacionamento do bom viver entre todos, e essa ignorância vem de onde, é fácil, quando somos pequenos, melhor, crianças, nos ensinam, educam e portanto parte dela é ai adquirida, bem ou mal fica dentro de nós, depois quando já não existem desculpas, certas senhoras e senhores usam uma espécie de óculos de burro, invisíveis por sinal, para os da mesma espécie, e naturalmente são pessoas que não evoluem, ficam estagnados no tempo, os que levaram porrada quando criança, passam a dar na mulher e nos filhos, porque quando a sua mente lhes deu a possibilidade de melhorar, não, passaram a usar esse tal par de óculos que os burros usam, com eles ficam mais cómodos, sedentários, arrogantes e sádicos, quanto aos verdadeiros óculos de burro, esses sim visíveis para qualquer comum mortal, vocês os conhecem bem, quanto aos humanos que os usam, esses lamentam-se com seus traumas outros ignoram que os tiveram, acredito e posso compreender, mas não entendo é que em vez de usarem esse para óculos de burro, era melhor abrirem o coração, que fossem sinceros, humildes e fossem capazes de deitar cá para fora o que de mais tem de fracos, mau e bom, preferem se armar em super-homens de óculos de burro, gosto de dizer muitas vezes “óculos de burro”, não querem que eu explique o que são, á, os cavalos às vezes também usam, portanto aqueles seres, às vezes colegas de trabalho, familiares, e outros, que se armam em superiores, fazendo e dizendo coisas arrogantes e gestos obscenos, que gozam com os que lhes parecem ser mais fracos e diferentes, são os tais que usam esses óculos de burro, normalmente são muito ou um pouco porcos, são labregos, mas cuidado, alguns até tem alguma sabedoria, mas pouco, alguns até dizem que são muito inteligentes e bem-educados, o problema é que eles não sabem viver com eles mesmos, não sabem dar-se a conhecer e assim vivem espalhando violência, e apanhando vitimas, e coitados às vezes fazem-se vitimas, até mete dó quando o fazem, as suas mulheres ou homens normalmente são, ou melhor ficaram gordos e porcos com o decorrer dos anos e os seus descendentes são umas bestinhas, rudes, arrogantes e mal-educados que tudo querem e nada dão, enfim vocês sabem do que eu estou a falar, ou seja cuidado com eles, normalmente andam sempre mascarados e são de difícil detecção, são hábeis mentirosos e sedutores ou sedutoras, prometem com muita facilidade, e normalmente tem dinheiro que sobra, quando não tem arranjam-no não se sabe bem como, portanto e findo este texto cabe a cada um ter esse cuidado, mas digo-vos por experiencia própria eles são mesmo de difícil detecção, pode ser que um dia deste inventam um detector de óculos de burro o cultos…
Sinto-me: Sem Óculos de Burro
Por Pulse às 17:06
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Sou o teu e o meu convidado Indesejado...

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Fonte das 3 Bicas
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Nascente do Rio Lis
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Avião no Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
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Vista Geral sobre Leiria
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Leiria à Noite
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