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Todos sabemos que vivemos num mundo,
Onde dão nomes feios a coisas bonitas
Todos sabemos que vivemos num mundo
Onde não damos uma segunda oportunidade
ás coisas bonitas.
Só o céu sabe que nós vivemos num mundo
Em que existem pessoas que chamam bonito a algo que tem para venda
Tapam o riso com as mãos
Ao frágil e ao sensível eles não dão nenhuma oportunidade.
E as flores mudam de vermelho para castanho
Andam de espírito baixo
Andam de espírito baixo
E as flores mudam de vermelho para castanho
Caem ao chão
Caem no chão
Nós não temos que viver num mundo
Onde damos nomes feios a coisas bonitas
Nós deveríamos viver num mundo bonito
Nós deveríamos dar ao belo uma segunda oportunidade.
E as folhas caem quando mudam de vermelho para castanho.
Andam de espírito baixo.
Andam de espírito baixo.
E as folhas mudam de verde para vermelho e depois para castanho.
E caem no chão.
E são colocadas de parte.
És suficientemente forte para seres.
E tens a coragem de ser.
O tens a fé de ser.
És suficientemente honesto para ficares.
Não tem que ser sempre o mesmo.
Não tem que ser desta maneira.
Assina o teu nome
És suficientemente selvagem para permanecer bonito?
Bonito
E as flores mudam de vermelho para castanho.
Andam de espírito baixo
Andam em abaixo.
E nós mudamos o verde para vermelho e depois castanho.
E caímos no chão.
Mas nós podemos mudar as coisas.
És suficientemente forte para seres.
Por que não fazes, levanta-te e diz.
Diz-lhes com fragilidade.
Eles irão se rir de qualquer maneira de ti.
Levanta-te e faz assim, como se tudo fosse
Bonito.
Preto, branco, vermelho, ouro e castanho
Nós estamos presos neste mundo.
Sem local para onde ir.
Olhando em redor.
Porque estás com medo?
Mostra-te do que és feito.
Que sejas tu e que estejas bonito.
Procuro o que não existe, mas sei o que procuro, por entre espaços vazios e mortos onde alguma vida possa existir, longa se torna a procura na vastidão do universo - e o que encontro? Não sei, vejo desertos de desesperos para quem o futuro não existe, e quando o tempo devastar e corroer o presente a procura já não terá sentido - e o que é tempo presente? Cego, alienado da promiscuidade, do fácil, do imediato da destruição do belo, da destruição da beleza, de tudo quanto é belo e bonito…
Quantas muralhas encontramos, quantos caminhos, quantas oportunidades, quantas vezes decidimos, quantos actos de contrição, quantas vezes cegos, quantas vezes magoados, quantas vezes desistimos, quantas vezes dissemos não, quantas vezes dissemos sim, quanta fragilidade existe em nós, quanta. Sem muralhas, frágeis, à mercê, sabe-se lá de quem. Quantos sonhos deixámos por sonhar, quantas vezes repetimos o mesmo erro, e repetimos e repetimos, vezes sem conta. Quanta carência sentimos, às escondidas nos sentimos, com quem não sabemos, numa espécie de jogo do rato e do gato. Quantas vezes olha-mos ao espelho, quantas vezes caminhos sem ajuda por caminhos desconhecidos, quantas vezes nos abandonámos e deixámo-nos ficar para trás, quantas vezes, quantas vezes deixámos de ouvir a voz da razão, a voz do silêncio, a voz de um amigo a balançar entre a razão e o coração, quantas vezes o deixámos a falar sozinho só porque estávamos a ouvir não o que queríamos mas antes a imparcialidade de um sentimento de um amigo. Quantas muralhas, quantas lágrimas, quantas frustrações, quantos ressentimentos, quantas vezes perdoámos sem nos terem pedido perdão, quanta sensibilidade arrefecida, tornada gelo, quantos de nós deixámos de ser aquela pessoa linda, sensível, generosa, frágil de alma e coração, quantas vezes nos deixámos pelo imediato, pelo fácil, pela fraqueza, quantas vezes, quantas muralhas construímos e derrubámos nas piores das angústias que nenhum dinheiro constrói e nenhum tempo recupera, quantos, quantos, quantos…Quando te sentires na incerteza dos caminhos, coloca-te acima de tudo e quando tiveres a certeza dessa incerteza ela que fique ao teu lado nunca à tua frente, e quando tiveres a certeza que ela é a razão do teu coração, deixa-la ir à frente para ela ser livre, ela deverá fazer o mesmo contigo, ninguém se entrega, se dá, ama e vai para além do eu simples, humano e espiritual sem liberdade. Não construas muralhas e quando caíres de uma, levanta-te e espera mas não tornes a espera longa, segue em frente porque alguém não mereceu a tua liberdade…
Tudo o que toques
Tudo o que vejas
Tudo o que proves
Tudo o que sentes
Tudo o que ames
Tudo o que odeies
Tudo o que desconfies
Tudo o que salves
Tudo o que dês
Tudo o que negocies
Tudo o que compres
Peças, emprestes ou roubes
Tudo o que cries
Tudo o que destruas
Tudo o que faças
Tudo o que digas
Tudo o que comas
Com quem quer que te encontres
Tudo o que desprezes
Com quem quer que lutes
Tudo o que é agora
Tudo o que é passado
Tudo o que está para vir
E tudo debaixo do sol está em consonância
Mas o sol é eclipsado pela lua.
Já as barracas se levantam,
E o povo se achegava,
Já as vozes gritavam,
Alegria, e a noite a chegava.
Por antigos caminhos já pisados,
De pés descalços e ferraduras
Marcavam os caminhos dos feriados,
E esqueciam épocas duras.
Já as crianças gritavam,
Por doces e carrosséis brincavam,
Velhos amigos se encontravam,
E num copo se cumprimentavam.
Na pista de carros cruzam-se sons e choques,
No velho poço da morte olhos fixos no desastre,
E na casa de todos os medos nada se desloca,
E a alegria a musica as vozes se alastrem.
O fim já se aproximava,
Entre as barracas alguém gritava,
Os vendedores se arrecadavam,
E as crianças já dormitavam.Os meus dois últimos post’s não correram lá muito bem, o primeiro pelo vídeo, não fui eu que o coloquei no YouTube, afinal tinha direitos de autor, não consigo perceber como é possível um desenho animado com os anos que este tem e com o grau pedagógico do seu conteúdo ainda não está disponível, será que a Walt Disney precisa de esmolas, não me parece, enfim como vem do outro lado do oceano só poderia cheirar a dólar, é pena. Penso, pelas notícias que li sobre uma directiva Europeia, que a partilha de ficheiros pela Net não irá ser crime, desde que não seja com fins lucrativos nem para outros fins como seja pedófilos, terrorismo e afins, acho bem, muito bem, partilhar é sem duvida a coisa mais generosa que pode haver entre o ser humano, dar sem pedir nada em troca, isso vai obrigar que aqueles que querem ganhar dinheiro à força, as editoras principalmente e também, mas poucos interpretes que de qualidade nada tem, que vivem antes sim de um staff imenso atrás das costas movidos por uma moda de desgaste rápido mas que nada de novo trazem e nem digo mais nada, porque eles estádios não enchem, e os bons mesmos não precisam das editoras, aliás hoje através da partilha pela internet se conhecem e se dão a conhecer verdadeiras obras de arte que não precisaram que grandes maquinas propagandistas, staff e outras atrás deles, bastou a arte a criatividade a imaginação e se assim continuarem vos garanto não precisam de editoras, eu prefiro ir a bom concerto, espectáculo ou seja lá o que for do que ver mediocridades pela Tv.… sem comentários…
Quanto ao segundo post, olhem, porra, é porreiro, porra não existe no dicionário, é pena, devia de existir, e eu que preso tanto a qualidade, deixa me rir…, merda também não existe, então um gajo paga tanto por um dicionário e impostos para tantos intelectuais para eles não saberem o que é merda, merda é excremento é aquilo que um gajo faz quando vai ao WC e gostava de ter a cara de alguns fulanos por baixo para eles levarem com ela mesmo em cheio na tromba, é pá hoje estou mesmo mauzinho, não me levam a mal, um gajo tem que dizer isto de vez em quando, agora perguntam vocês: o que é que tudo isto tem a ver com o post anterior? Nada, é pá, nada mesmo, será que não posso sentir triste de vez em quando, claro que posso, e fazer-me de vítima também, posso: será? Que dilema, porque não, é bom que isso aconteça, mas só de vez em quando… passem bem… e conduzam com cuidado…
Castelo de Leiria
Rio Lis
Sé de Leiria
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Igreja São Francisco
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Escola Secundária de Domingos Sequeira
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Muralhas do Castelo de Leiria
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Avião no Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Vista Geral sobre Leiria
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Lyceu de Rodrigues Lobo
Nazaré
Leiria à Noite
Leiria à Noite
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Igreja N. S. do Monte
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Óbidos
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Aveiro
Curiosidades de Leiria
Monumento aos Mortos da Grande Guerra (Leiria)
Rio Lis (Cortes-Leiria)
Rio Lis (Leiria)
São Martinho do Porto
Berlengas
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Rio Tejo (Lisboa)
Ribeira (Porto)
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