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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Bonito



Todos sabemos que vivemos num mundo,

Onde dão nomes feios a coisas bonitas

Todos sabemos que vivemos num mundo

Onde não damos uma segunda oportunidade

ás coisas bonitas.

 

Só o céu sabe que nós vivemos num mundo

Em que existem pessoas que chamam bonito a algo que tem para venda

Tapam o riso com as mãos

Ao frágil e ao sensível eles não dão nenhuma oportunidade.

 

E as flores mudam de vermelho para castanho

Andam de espírito baixo

Andam de espírito baixo

E as flores mudam de vermelho para castanho

Caem ao chão

Caem no chão

 

Nós não temos que viver num mundo

Onde damos nomes feios a coisas bonitas
Nós deveríamos viver num mundo bonito

Nós deveríamos dar ao belo uma segunda oportunidade.

 

E as folhas caem quando mudam de vermelho para castanho.

Andam de espírito baixo.
Andam de espírito baixo.

E as folhas mudam de verde para vermelho e depois para castanho.

E caem no chão.
E são colocadas de parte.

 

És suficientemente forte para seres.

E tens a coragem de ser.

O tens a fé de ser.

És suficientemente honesto para ficares.

Não tem que ser sempre o mesmo.

Não tem que ser desta maneira.

Assina o teu nome

És suficientemente selvagem para permanecer bonito?

Bonito

 

E as flores mudam de vermelho para castanho.

Andam de espírito baixo

Andam em abaixo.

E nós mudamos o verde para vermelho e depois castanho.

E caímos no chão.

Mas nós podemos mudar as coisas.

 

És suficientemente forte para seres.

Por que não fazes, levanta-te e diz.

Diz-lhes com fragilidade.

Eles irão se rir de qualquer maneira de ti.

Levanta-te e faz assim, como se tudo fosse

Bonito.

 

Preto, branco, vermelho, ouro e castanho

Nós estamos presos neste mundo.

Sem local para onde ir.

Olhando em redor.

Porque estás com medo?
Mostra-te do que és feito.

Que sejas tu e que estejas bonito.

Bonito.
Sinto-me: Lindo
Música: Marillion - Beautiful
Por Pulse às 15:52
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Impulso


Cego, rio seco, vazios, sei que te entendo, quando pelo teu corpo passou um arrepio, onde a ausência de tudo caiu na tua alma e num impulso deixas-te de existir. Sei o que sentes quando nada existe para conquistar, quando não somos pessoas magnéticas, pelo contrário repelimos, sabes eu entendo e sei que somos almas especiais mas que num impulso deixamo-nos levar pela pior das angustias, e todos pensam que cometemos o pior dos pecados, eles nunca saberão o que dizem, será este impulso um sentimento derramado em lágrimas que a nossa tristeza revela no mais interior de nós, somos almas lindas, áureas de fogo que ninguém vê, mesmo que estejamos sós na vastidão do nada, quantas lágrimas, quantas vezes teus olhos brilham, como de um oceano se trata-se e pronto a transbordar tentas arranjar forças onde não existem, um pouco de fé, um pouco de esperança um pouco de ti. Não vás, só desta vez, alimenta a tua alma, vale a pena ter esperança, nem que seja só esperança, a paixão não mata, como eles dizes, e se num impulso fores, sabes a culpa não é tua mas sim nossa…
Sinto-me: Sem Impulso
Por Pulse às 12:01
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Procurar


Procuro o que não existe, mas sei o que procuro, por entre espaços vazios e mortos onde alguma vida possa existir, longa se torna a procura na vastidão do universo - e o que encontro? Não sei, vejo desertos de desesperos para quem o futuro não existe, e quando o tempo devastar e corroer o presente a procura já não terá sentido - e o que é tempo presente? Cego, alienado da promiscuidade, do fácil, do imediato da destruição do belo, da destruição da beleza, de tudo quanto é belo e bonito…

Sinto-me: A Procurar...
Por Pulse às 00:36
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Muralhas


Quantas muralhas encontramos, quantos caminhos, quantas oportunidades, quantas vezes decidimos, quantos actos de contrição, quantas vezes cegos, quantas vezes magoados, quantas vezes desistimos, quantas vezes dissemos não, quantas vezes dissemos sim, quanta fragilidade existe em nós, quanta. Sem muralhas, frágeis, à mercê, sabe-se lá de quem. Quantos sonhos deixámos por sonhar, quantas vezes repetimos o mesmo erro, e repetimos e repetimos, vezes sem conta. Quanta carência sentimos, às escondidas nos sentimos, com quem não sabemos, numa espécie de jogo do rato e do gato. Quantas vezes olha-mos ao espelho, quantas vezes caminhos sem ajuda por caminhos desconhecidos, quantas vezes nos abandonámos e deixámo-nos ficar para trás, quantas vezes, quantas vezes deixámos de ouvir a voz da razão, a voz do silêncio, a voz de um amigo a balançar entre a razão e o coração, quantas vezes o deixámos a falar sozinho só porque estávamos a ouvir não o que queríamos mas antes a imparcialidade de um sentimento de um amigo. Quantas muralhas, quantas lágrimas, quantas frustrações, quantos ressentimentos, quantas vezes perdoámos sem nos terem pedido perdão, quanta sensibilidade arrefecida, tornada gelo, quantos de nós deixámos de ser aquela pessoa linda, sensível, generosa, frágil de alma e coração, quantas vezes nos deixámos pelo imediato, pelo fácil, pela fraqueza, quantas vezes, quantas muralhas construímos e derrubámos nas piores das angústias que nenhum dinheiro constrói e nenhum tempo recupera, quantos, quantos, quantos…Quando te sentires na incerteza dos caminhos, coloca-te acima de tudo e quando tiveres a certeza dessa incerteza ela que fique ao teu lado nunca à tua frente, e quando tiveres a certeza que ela é a razão do teu coração, deixa-la ir à frente para ela ser livre, ela deverá fazer o mesmo contigo, ninguém se entrega, se dá, ama e vai para além do eu simples, humano e espiritual sem liberdade. Não construas muralhas e quando caíres de uma, levanta-te e espera mas não tornes a espera longa, segue em frente porque alguém não mereceu a tua liberdade…

Sinto-me: Sem muralhas
Por Pulse às 18:20
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Eclipse

Tudo o que toques

Tudo o que vejas

Tudo o que proves

Tudo o que sentes

Tudo o que ames

Tudo o que odeies

Tudo o que desconfies

Tudo o que salves

Tudo o que dês

Tudo o que negocies

Tudo o que compres

Peças, emprestes ou roubes

Tudo o que cries

Tudo o que destruas

Tudo o que faças

Tudo o que digas

Tudo o que comas

Com quem quer que te encontres

Tudo o que desprezes

Com quem quer que lutes

Tudo o que é agora

Tudo o que é passado

Tudo o que está para vir

E tudo debaixo do sol está em consonância

Mas o sol é eclipsado pela lua.


 

Sinto-me: Eclipsado
Música: Pink Floyd - Eclipse
Por Pulse às 11:59
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Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Pulsarzinho


Existem lindos Adeus, não sei, meu lindo pulsarzinho, gostava de amar-te, sabes como é, amar-te com toda a fantasia até ao fundo da imaginação como se uma aventura se trata-se, e é, sabes disso, falo para ti pulsarzinho, saberás amar assim, onde o corpo se entrega e a alma se transcende, mas sabes que nada é eterno, e amas, amas a cada dia mais e mais, ama, deixa-te ser possuída, nem imaginas onde poderás ir, ao prazer total do teu corpo ao paraíso da tua alma, mas sabes pulsarzinho o que mais gosto de ver em ti é a tua sensualidade que desperta em mim todos os sentidos, e desvendar-te lentamente com uma carícia linda onde de desejada passas a desejar, desvendar-te nas mais lindas ternuras como se veludo se trata-se, explorar o teu corpo a tua alma cada gesto, em cada dia em cada acto em cada toque em cada beijo. Pulsarzinho, como eu te amo, como eu te desejo, como eu queria mas…
Sinto-me: A Pulsar mas...
Por Pulse às 14:12
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INXS - Never Tear Us Apart

Não existe amor eterno, não existe o amo-te para sempre, se o disserem estão a mentir...

Não me pergunte
O que tu sabes é verdade
Não tenho que te contar
Eu amo o teu coração precioso

Eu
Eu estava parado
tu estava ali
Dois mundos colidiram
E eles nunca se poderiam separar

Nós poderíamos viver
Por um milhão de anos
Mas se eu te magoar
Faria vinho de tuas lágrimas

Eu te disse
Que nós podemos voar
Porque todos nós temos asas
Mas alguns de nós não sabem porque

Eu
Eu estava parado
Tu estava ali
Dois mundos colidiram
E eles nunca poderiam, mesmo, nos separar

Sinto-me: Ao Vento
Por Pulse às 12:22
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A Feira


Já as barracas se levantam,

E o povo se achegava,

Já as vozes gritavam,

Alegria, e a noite a chegava.

 

Por antigos caminhos já pisados,

De pés descalços e ferraduras

Marcavam os caminhos dos feriados,

E esqueciam épocas duras.

 

Já as crianças gritavam,

Por doces e carrosséis brincavam,

Velhos amigos se encontravam,

E num copo se cumprimentavam.

 

Na pista de carros cruzam-se sons e choques,

No velho poço da morte olhos fixos no desastre,

E na casa de todos os medos nada se desloca,

E a alegria a musica as vozes se alastrem.

 

O fim já se aproximava,

Entre as barracas alguém gritava,

Os vendedores se arrecadavam,

E as crianças já dormitavam.
Sinto-me: De Carrocel
Por Pulse às 12:07
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Walt Disney e os meus últimos Post’s


Os meus dois últimos post’s não correram lá muito bem, o primeiro pelo vídeo, não fui eu que o coloquei no YouTube, afinal tinha direitos de autor, não consigo perceber como é possível um desenho animado com os anos que este tem e com o grau pedagógico do seu conteúdo ainda não está disponível, será que a Walt Disney precisa de esmolas, não me parece, enfim como vem do outro lado do oceano só poderia cheirar a dólar, é pena. Penso, pelas notícias que li sobre uma directiva Europeia, que a partilha de ficheiros pela Net não irá ser crime, desde que não seja com fins lucrativos nem para outros fins como seja pedófilos, terrorismo e afins, acho bem, muito bem, partilhar é sem duvida a coisa mais generosa que pode haver entre o ser humano, dar sem pedir nada em troca, isso vai obrigar que aqueles que querem ganhar dinheiro à força, as editoras principalmente e também, mas poucos interpretes que de qualidade nada tem, que vivem antes sim de um staff imenso atrás das costas movidos por uma moda de desgaste rápido mas que nada de novo trazem e nem digo mais nada, porque eles estádios não enchem, e os bons mesmos não precisam das editoras, aliás hoje através da partilha pela internet se conhecem e se dão a conhecer verdadeiras obras de arte que não precisaram que grandes maquinas propagandistas, staff e outras atrás deles, bastou a arte a criatividade a imaginação e se assim continuarem vos garanto não precisam de editoras, eu prefiro ir a bom concerto, espectáculo ou seja lá o que for do que ver mediocridades pela Tv.… sem comentários…

Quanto ao segundo post, olhem, porra, é porreiro, porra não existe no dicionário, é pena, devia de existir, e eu que preso tanto a qualidade, deixa me rir…, merda também não existe, então um gajo paga tanto por um dicionário e impostos para tantos intelectuais para eles não saberem o que é merda, merda é excremento é aquilo que um gajo faz quando vai ao WC e gostava de ter a cara de alguns fulanos por baixo para eles levarem com ela mesmo em cheio na tromba, é pá hoje estou mesmo mauzinho, não me levam a mal, um gajo tem que dizer isto de vez em quando, agora perguntam vocês: o que é que tudo isto tem a ver com o post anterior? Nada, é pá, nada mesmo, será que não posso sentir triste de vez em quando, claro que posso, e fazer-me de vítima também, posso: será? Que dilema, porque não, é bom que isso aconteça, mas só de vez em quando… passem bem… e conduzam com cuidado…

Sinto-me: Mouse
Por Pulse às 11:45
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