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Quando te deitas à noite na tua cama
E quando fechas e trancas a porta
Não consegues imaginar nesse frio e escuro quarto
A razão de não haver suficiente amor à tua volta
Não existe suficiente amor à tua volta
É de compaixão que nós precisamos meus amigos
É de compaixão que nós precisamos
É de compaixão que nós precisamos meus amigos
Porque não há suficiente amor à nossa volta
Não existe suficiente amor à nossa volta.
No meio dos ódios mundiais e em outros meios
Meio mundo tem toda a comida
O outro meio as mentiras mundiais e sofre lentamente de fome
Porque não há suficiente amor à nossa volta
Não existe suficiente amor à nossa volta.
É de compaixão que nós precisamos meus amigos
É de compaixão que nós precisamos
É de compaixão que nós precisamos meus amigos
Porque não há suficiente amor à nossa volta
Não há suficiente amor
Não existe suficiente amor à nossa volta.
No crepúsculo da aurora,
um frio e um vazio me acorda,
uma sensação que demora,
uma agonia que me envolve.
O pesadelo volta com o crepúsculo,
uma incerteza, um lugar vazio,
um desejo de futuro que não engulo,
um mundo á minha volta hipócrita.
Uma fraqueza me envolve,
o veneno do meu coração,
a fragilidade do meu ser,
o som da chamada sem razão.
Do passado recordo uma mágoa,
uma lembrança de sonho de moço,
o doce beber daquela água,
uma lareira uma história feliz.
O mundo estava ardendo,
Ninguém me poderia salvar, excepto tu.
Estranho o que o desejo faz com as pessoas tolas.
Eu nunca sonhei que poderia conhecer alguém como tu.
E eu nunca sonhei que perderia alguém como tu.
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Por ti.
Que jogo perverso jogas
Para me fazeres sentir assim!
Que coisa perversa de se fazer!
Deixa-me sonhar contigo
Que coisa perversa de dizer!
Que nunca sentis-te assim
Que coisa perversa de se fazer!
Deixa-me sonhar contigo
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Não, eu não me quero apaixonar
(este amor vai apenas quebrar teu coração)
Por ti.
Ninguém ama ninguém.
Neste quarto as palavras deslizam e nunca o poeta esteve tão perto de alcançar o amor, e a sensibilidade vai para além de tudo, o choro e lágrima a dor que a dor não encerra, visão do mundo onde tudo se conjuga num grande holocausto que nossos olhos não vêem e nosso coração não se abre. Queria falar de África, esse continente esquecido por Deus e amaldiçoado pelo homem branco, eu sou branco, pergunto-me de onde vem o meu bem-estar, ou melhor, algum do meu bem-estar, nessa terra onde genocídios macabros, matanças, fome, crianças soldados, e nós ocidentais, nomeadamente algumas nações, e não posso por todas no mesmo saco, algumas sim, e vocês sabem quem são, saqueiam por todos os meios os recursos daquele continente, petróleo, ouro, marfim, diamantes e outras quantos mais. Quanto dinheiro lavado, quanta corrupção, quantos diamantes serão precisos para acabar com o genocídio, enquanto nós continuamos serenos a assistir a essas grandes nações a falar de moralidade de justiça, sabendo elas a existência desse mercado paralelo que as mantém no seu bem estar, e quantas armas, quantas crianças, mulheres e homem serão necessários matar para que a dor desse continente pare, quantos??, ninguém sabe, nem eu, estou a falar de África, mas poderia falar da pobreza da América Latina da Ásia e do Médio Oriente para não falar da corrupção que invade como um cancro os antigos países do Bloco Leste, pois é, já não existem Zés do Telhado, nem Robin Hood’s, nem heróis nenhuns que nos impigem desde criança como se tudo estivesse bem e nada fosse preciso fazer, agora olhem em vosso redor, não necessitam de ir para outro continente, aqui bem perto, quantos corruptos, quantos administradores com ordenados chorudos, onde tudo vale para ganhar dinheiro até mesmo tirar a dignidade às pessoas, então se aqui se passa isso, imaginem isso tudo multiplicado por 10, 20 ou 50 vezes nesses continentes, pois é!!, mas não desanimem, não sejam pessimistas e não percam a esperança e não pensem que está tudo mal, não, existem ainda pessoas boas, existem sim que lutam todos os dias, dão a vida, arriscam a vida mas infelizmente quem tem o poder de fazer algo e mudar o mundo não o faz, o curioso é que eles dizem que o mundo mudou no dia 11 Setembro, sabem que mais, não mudou nada rigorosamente nada, vejam o eles fizeram ao Iraque, e continuam a fazer em outras nações, abandonando os mais necessitados os mais fracos e intitulam-se donos da justiça, policia mundial, deixa-me rir eles nunca lamberam uma lágrima, cada um de nós pode fazer a diferença, cada um de nós pode mudar algo sim, deixando de consumir ou comprar tudo o que seja feito por mãos exploradas, cada um de nós pode deixar de comprar essas marcas, grandes marcas, que são feitas de sangue, lágrimas e dor, é difícil eu sei, falo por mim, porque a vida neste pais lusitano não é nada fácil e às vezes recorremos a produtos chamados baratos, mas eu culpo essencialmente as grandes marcas que são feitas na Ásia e no Leste Europeu, e aquelas que do sangue africano sobrevivem mandando armas para a grande matança, podemos todos fazer algo, pode ser pouco e modesto, mas podemos todos. Vejam se poderem os seguintes filmes: Hotel Ruanda, Tears of the Sun, Blood Diamond, Sometimes in April e tantos outros que não tiveram Óscares porque incomodavam muitas mentes.
Nostalgia do Amor, é preciso reinventar, descobrir e explorar novos horizontes, amores e utopias...
O que é o amor?!, parece-me que tudo foi dito, escrito, lembrado, cantado, construíram-se impérios, lendas, histórias, fizeram-se guerras, matanças, genocídios, holocaustos, e tudo quanto nos venha à memória, amores e desamores, paixões, tudo, o que será o amor?!, uns dirão que é Deus, outros dirão que será paixão, sexo, amizade, sentimento, natureza, palavra sagrada, dirão que é beleza, bondade, generosidade, partilha, dar a vida pelos outros, humildade, sinceridade, e tudo de bom de adjectivos e substantivos que vos venha à memória, pois eu acho que o amor é de facto tudo isso sim, mas é muito mais que isso, muito mais profundo, é o que é de mais desconhecido até hoje, é o inalcançável, é a junção de tudo aquilo que conhecemos e desconhecemos, é muito mais que uma religião que uma história de paixão ou lenda, é muito mais que eu ou tu, é muito mais que a própria perfeição, é mais que Deus, pois Deus está dentro dele e ele abrange muito mais, é muito mais que o universo que vemos, mais profundo e infinito, mais estranho e impenetrável que julgamos, e quando despertarmos as nossas consciências iremos deparar com o final do senso comum e dizer que tudo o que dizemos do amor está errado, porque não é somente o que disse ou que dizemos dele, com belas ou formais palavras, ele está para além de nós e nós só conquistámos um por cento dele, o resto fazemos dele ódio, ciume, guerra em nome dos que dizem ser amor, suicidamo-nos por ele, matamos por ele, choramos por ele, traímos por ele, e isso será amor, claro que não. Calem-se, calem-se não digam mais nada sobre o amor, chegou a hora de irmos em sua descoberta, porque já tudo, mas tudo o que foi dito até agora está obsoleto, velho, gasto, retrógrado, e vamos partir numa aventura ao desconhecido sem retorno, sem esperar nada, porque do amor nada podemos esperar e vamos entrar numa odisseia e reviver os velhos mitos, utopias, como se houve-se um muro gigante onde não podemos ver o lado de lá, mas vamos partir sem líder, sem rei nem estado, sem razões nem filosofias, sem democracia nem ditadura, vamos despidos de preconceitos, complexos, subjeções, convicções, extremismos, suposições, paradoxos, sonhos, estremos ou antíteses, sem inferno nem céu, sem nirvana ou carma, que nos impedem de ver mais além. Vamos sem medos, sem receio, pois eles impedem-nos de ver mais além, e muitas coisas, milhares delas que nos impedem de ver mais além, a verdade da mentira e a mentira da verdade, quantos de nós busca o desconhecido, espera em vão, porque nada vem ter mas temos que buscar. O que disse é na verdade uma grande utopia, para o senso comum é, para qualquer um será, mas pergunto a mim mesmo, será??... mas atenção eu não tenho razão nenhuma nem tão pouco sou dono da verdade...
Do lado de dentro de mim
eu vejo, sonho, amo sem fim.
Do lado de dentro de mim
tento, luto, desejo um novo jardim.
Este é o meu lado,
o lado de dentro,
mas não esqueço o outro lado
que me leva fora, até ao centro.
Do lado de dentro de mim
guardo as palavras, e a ti.
Do lado de dentro de mim
tento dizer não e sim.
Este é o meu lado,
aquilo que digo e escrevo,
aquilo que amo e gosto,
e esse é o meu lado.
Do lado de dentro de mim
tento combater o lado de fora.
Do lado de dentro de mim
aguento os males do lado de fora.
Este é o meu lado,
o lado de dentro de mim,
na procura do amor sem fim,
na odisseia do outro lado.
Sinto os meus dedos, meu coração a bater, e ele bate de uma dor, de fundo oiço uma musica, uma melodia linda, e o ritmo acelera, e tudo me diz é melhor não olhar para o passado, olhar em frente, viver um dia de cada vez, apenas só, porque só estou, mas não me sinto só, desisti do meu passado, nada tenho dele a esconder, mas ele foi dor, começos e recomeços, onde reconheci e não fui reconhecido, onde estava sempre alguém e alguém se sentia só, eu só, fui estranho de meio de conhecidos, fui razão sem razão, pergunta sem resposta, senti-me convidado indesejado, senti-me colocado de parte, onde era parte de uma parte desconhecida, e aqui estou eu a falar do estado do mundo de tudo o que me rodeia, um pulsar vivo imitindo em todas as frequências um s. o. s., para quê... não sou o único não...
A estação esta a acabar,
as aves já não se ouvem,
fico eu a recordar,
o quanto é lindo cantar.
Uns vão e outros ficam,
um pulsar imite e eu recebo,
que será que os sonhos significam?
Eu não sonho e não percebo.
Navego em busca da perfeição,
labirinto imperfeito de sombras,
jardim perdido em imperfeições,
sono profundo que me assombras.
Escolhi um local só,
um pulsar único,
e ninguém se sente tão-só,
como uma floresta sem musica.
Castelo de Leiria
Rio Lis
Sé de Leiria
Ponte Arrabalde da Ponte
Ponte Leiria Euro 2004
Igreja São Francisco
Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Fonte das 3 Bicas
Estação CP Leiria
Escola Secundária de Domingos Sequeira
Nascente do Rio Lis
Muralhas do Castelo de Leiria
O Rio da Minha Cidade
Antiguidades no Estaleiro da JAE
Avião no Parque Ten. Cor. Jaime F. da Fonseca
Vista Geral sobre Leiria
Mosteiro da Batalha
Estátua Equestre de D. Nuno Álvares Pereira
Câmara Municipal de Leiria
Estátua de D. João III
Lyceu de Rodrigues Lobo
Nazaré
Leiria à Noite
Leiria à Noite
Igreja N. S. Encarnação
Igreja N. S. do Monte
Mosteiro de Alcobaça
Óbidos
Castelo de Almourol
Aveiro
Curiosidades de Leiria
Monumento aos Mortos da Grande Guerra (Leiria)
Rio Lis (Cortes-Leiria)
Rio Lis (Leiria)
São Martinho do Porto
Berlengas
Castelo de São Jorge (Lisboa)
Rio Tejo (Lisboa)
Ribeira (Porto)
Convento de Cristo (Tomar)