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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007

A Criação das Almas


Não sendo da minha autoria deixo aqui para reflexão este texto:

Muitos cientistas acreditam que o universo começou quando um buraco negro explodiu. Ainda vivemos num universo em expansão que é o produto dessa explosão. Cayce tinha uma versão da teoria do «big-bang»; segundo ele, Deus «explodiu» em almas. Todas as almas foram criadas ao mesmo tempo, cada alma é uma parte de Deus; ou, como Cayce afirma, cada alma «é um átomo do corpo de Deus». Deus exprimiu-se em almas para ter companhia. Cada alma contém uma consciência psicológica, em miniatura, tanto da sua origem como da totalidade do Criador. Cada um de nós é uma das almas que foram criadas, no princípio. Cayce também afirmava que o Livro do Génesis era uma descrição válida da criação, contendo estratos de realidade e de expressão simbólica. A sua visão da criação integra a visão bíblica e «criacionista» com a visão científica e «evolucionista».

Quando as almas foram criadas, segundo Cayce, foi-lhes dado livre-arbítrio e todos os outros atributos de Deus, incluindo a imaginação criativa e o poder de manifestação. A imaginação era idêntica à que Deus manifestou na criação e as almas entregaram-se à mesma actividade, para seu próprio prazer. Através de padrões criados na imaginação, as almas projectaram a sua força psíquica divina em formas materiais, essencialmente com uma finalidade de diversão.

Quando as almas se envolveram mais na criação material, sucederam duas coisas. Em primeiro lugar, as almas fizeram convergir mais energia para o nível físico de vibração, misturado com os padrões materiais em desenvolvimento na terra, e tomaram formas físicas. Neste processo, o corpo humano desenvolveu-se e gradualmente foi desenvolvendo os cinco sentidos, com os quais agia reciprocamente, a nível físico do ser. Em segundo lugar, como as almas prestavam mais atenção ao nível físico da vibração, o seu conhecimento do nível espiritual foi diminuindo, gradualmente. As almas ficaram hipnotizadas pela realidade sensorial dos seus corpos e esqueceram a sua origem. Assim, as almas ficaram «presas» em corpos, numa existência sensorial, no planeta. Desde sempre, a partir de então, empreenderam o processo de «pôr um fim» a essa prisão aprendendo, por interacção com o mundo material, uma maneira de redescobrir e reclamar a sua herança como almas de remos espirituais, como companheiras de Deus e co-criadoras com Ele.

O tema do afastamento de Deus, a queda na ilusão da materialidade e a procura de um caminho de regresso, é universal.

Algumas tradições dos índios Americanos incluem uma vaga memória de origens em poderosos seres espaciais e uma certa sensação de abandono em corpos terrenos. Platão, na alegoria da caverna, suscita um tema similar, do ponto de vista filosófico. A alegoria refere seres que já viveram num mundo de luz, mas que se afastaram tanto na escuridão que perderam o caminho de regresso. Eventualmente, esqueceram a luz e tomam como realidade as sombras que a luz exterior projecta na caverna.

Um paralelo psicológico com a história de Cayce confere-lhe um outro género de validade simbólica. Consideremos o caso da criança solitária que cria companheiros imaginários, à sua imagem. Estes não são apenas criações da sua imaginação, reflectem também a personalidade da criança. Cada um deles é a projecção de uma subpersonalidade. Por vezes, os companheiros imaginários começam a assumir vida própria. Tornam-se autónomos e voluntariosos, têm as próprias agendas e querem fazer as coisas à sua maneira. Um dia, Johnny anuncia que é «Aileron». Aileron nega a existência de Johnny e a mãe fica alarmada. Num outro dia, Johnny tornou-se «Jakoda». De novo, Jakoda nega a existência de Johnny. E natural que as crianças criem companheiros imaginários e é natural que estes assumam uma realidade própria. E, de modo significativo, é também análogo aos companheiros imaginários de Deus, que assumiram vidas próprias. Carl Jung desenvolveu uma concepção similar da relação entre a imagem de Deus e a consciência individual, que analisaremos mais tarde.

A história de Cayce tem um outro paralelo psicológico. A psicologia do Yoga afirma, há séculos, que o conhecimento consciente tende a perder-se e a afastar-se da sua fonte, quando se absorve no objecto do conhecimento. O conhecimento puro desaparece rapidamente, como se deixasse de existir, quando ficamos hipnotizados por aquilo a que prestamos atenção. É preciso um acto de lembrança intencional para recordar esse conhecimento, mas ele volta a desaparecer rapidamente, quando nos perdemos no fluxo do pensamento e da experiência. Um dos objectivos da meditação é tornarmo-nos menos esquecidos dessa fonte de conhecimento puro, torná-lo tão real para nós como os objectos do nosso conhecimento. Num certo sentido, a alma tem que se afastar da materialidade o tempo suficiente para relembrar a sua essência, como espírito.

Entre os instrumentos que a alma usa para encontrar o caminho de regresso, conta-se a experiência da dimensão, O tempo e o espaço, segundo Cayce, foram criados como dimensão da consciência psicológica, para proporcionar à alma um pátio de recreio, onde ela pode lidar com a materialidade, através da sua sessão de terapia hipnótica. Com frequência, Cayce refere-se à «meada do tempo e do espaço». Esta referência assemelha-se às actuais teorias sobre a interdependência mútua do tempo e do espaço, dentro da matemática de uma meada de fio. Cayce também usa a frase: «projectado na meada do tempo e do espaço», uma referência ao pano de fundo, num teatro, onde se cria a ilusão do espaço distante. Cayce encara o espaço como o meio de a alma, através dos sentidos, manter a ilusão de separação de Deus e dispor de uma arena onde procurar o caminho de regresso a Deus. E o meio de esconder o facto de estarmos no seio de Deus. Do mesmo modo, o tempo é o meio de criarmos um palco, no qual organizamos, através da materialidade, o caminho de regresso a uma relação consciente com o Criador. Nesta perspectiva, o valor do conhecimento psíquico, que transcenda o tempo e o espaço, é ajudar-nos a acordar para a nossa natureza e realidade verdadeiras. E assim que o desenvolvimento — ou, mais correctamente, o reacordar — da consciência psíquica desempenha um papel no nosso destino.
O que é a alma?
Cada alma contém a marca do Criador. Sendo assim, ela contém a impressão do todo. Pensem no que isto podia significar. Se cada alma contém o todo, então, todo o conhecimento já está contido em cada alma individual. Temos tendência para considerar o conhecimento psíquico como um facto extraordinário, porque parece transcender as nossas categorias de tempo e de espaço e o alcance dos sentidos. Mas se a alma foi criada à imagem do Criador, então, o poder psíquico não é realmente um poder extraordinário, mas simplesmente uma manifestação da alma. De facto, é isso exactamente que Cayce afirma, ao dizer: «O psíquico é da alma».
Embora Deus se exprimisse em almas, aparentemente separadas, cada alma, à sua maneira única, é análoga à imagem do Criador. Esta visão da alma corresponde a um tema universal na metafísica e em certas tradições espirituais. Cada alma é como uma jóia de Rede de Jóias de Indra, cada jóia contém reflexos do todo. As tradições antigas também falam do «homem como modelo do universo’>. Por vezes, esta ideia exprime-se desta forma: «o microcosmos reflecte o macrocosmos>’. E um exemplo do princípio da correspondência, já discutido. Todas as partes da criação se encontram em cada ser humano, e a relação entre estas partes é análoga à relação entre as partes correspondentes da criação. Nesta perspectiva, a alma é o aspecto do ser humano que existe em correspondência a todo o universo, a Deus.

A alma de Cristo, segundo Cayce, foi criada como padrão para as outras almas. A alma de Cristo nunca esqueceu a sua relação unitária com o criador; no entanto, experimentou voluntariamente os ciclos de encarnação, «perdeu-se na materialidade>’ voluntariamente, para poder conscientemente encontrar o caminho de regresso à relação consciente com o Criador. Cayce afirma que a consciência psicológica de Cristo é aquele conhecimento — que existe em todas as almas, sem excepção, como um padrão gravado na mente — que está à espera de ser voluntariamente desperto, o conhecimento da Unidade da alma com Deus. Assim, embora Cristo seja uma alma individual, a consciência psicológica de Cristo é um padrão da alma em cada alma; porque todas as almas, incluindo a de Cristo, foram criadas pelo mesmo molde.

Cari Jung desenvolveu um conceito semelhante. Designava a alma por Ser, com um 5 maiúsculo, para o distinguir do nosso pequeno ser, da personalidade do ego. Cayce fez a mesma distinção, usando a palavra «individualidade» para referir as qualidades da alma. Para Jung, o conceito de Ser reflecte a mesma dualidade que o conceito de alma tinha para Cayce. Por um lado, Jung descreve o Ser como sendo único, implicando que eu e vós, no fundo, somos o mesmo ser. Tecnicamente, Jung não equacionou o Ser com Deus. Mas afirmou que o sentido do Ser era a nossa experiência simbólica de Deus; e sugeriu que a imagem do Ser era a marca de Deus na psique humana. Por outro lado, Jung afirma que o encontro e a experiência de cada pessoa com o Ser, são únicos. Compete a cada pessoa, pensava Jung, chegar a acordo com o Ser, durante o curso duma vida. Chamou a este processo «individuação», porque ele implicava que duas pessoas não podiam verdadeiramente empreender este processo da mesma maneira, mesmo que todos considerassem que eram questões universais a enfrentar. Assim, Jung retratava o Ser como sendo simultaneamente universal e individual. No fim da vida, Jung chegou a uma visão do destino do Ser e da sua relação com Deus, semelhante à de Cayce. No seu livro polémico, Resposta a Job, Jung resumiu urna vida de pensamento e investigação, ao sugerir que a finalidade da consciência psicológica humana era ajudar Deus a transformar-se. Como Cayce, Jung afirma que Deus encarnou como homem, na pessoa de Cristo; também confere a Cristo um status simbólico, significando que Cristo representa um padrão de reconciliação ou integração, a polaridade da natureza do Ser. Reconhece que a mandala, uma categoria de simbolismo, implicando um círculo que encerra um quadrado, é a imagem primordial da totalidade do Ser como conhecimento consciente de Cristo. Encontrou a imagem da mandala em todas as religiões. Interpreta o antigo segredo geométrico da construção dum quadrado com a área igual a um dado círculo, como a expressão do desafio de manifestar na terra a perfeição do céu, o mistério expresso pela mandala. Jung via o destino da humanidade como a realização consciente deste arquétipo da totalidade, de modo que Deus e os seres humanos podiam existir numa consciência mútua e encarnada.

Dada a natureza radical destas ideias, é significativo que Jung se tornasse um dos mais influentes pensadores da época moderna e tivesse chegado a uma teoria — baseada na cultura, na investigação da psicoterapia e na experiência pessoal — que se aproxima muito do ponto de vista expresso por Cayce, nos seus transes psíquicos. O pensamento moderno está a seguir as pisadas de ambos.
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